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Ed.Nº 160 – Sleeping Dogs Definitive Edition [2014]

Analise

Produzido pelo estúdio canadense United Front Games em parceria com Square Enix London, Sleeping Dogs é um Action-Adventure lançado originalmente em 2012 para PS3, Xbox 360 e PC. Posteriormente a Square Enix resolveu dar uma polida no visual, consertar alguns erros de programação e assim ocorreu o relançamento do jogo.

Quando tive a oportunidade de conhecer Sleeping Dogs no Xbox 360 a mídia havia dado pau, mal tinha passado da primeira cena do jogo e simplesmente o Console não conseguia mais ler o DVD e a oportunidade tinha ido para o espaço. Naquele mesmo ano que isso aconteceu em 2014, a versão Definitive Edition já batia na porta.

Este novo disponível para PC, PS4 e Xbox One é um pacote completo que junto com os melhoramentos técnicos traz diversos conteúdos adicionais que apareceram desde o lançamento original.

Após uma fila de espera, Sleeping Dogs Definitive Edition chega na edição 160 do Blog MarvoxBrasil.

Sleeping Dogs Definitive Edition (PC [Análise], PS4, Xbox One)
Desenvolvedor: United Front Games / Square Enix London
Publicado por: Square Enix
Lançamento original: 14/08/2012
Definitive Edition: 10/10/2014

[Tempo de leitura: 12 minutos]

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Ed.Nº 156 – Oxenfree [2016]

AnaliseHistórias de grupos de amigos que tentam resolver um grande mistério é algo que vira e mexe aparece nos games. Você gosta dessas histórias? Dependendo da temática eu acho muito interessante.

Na época do PlayStation 2 entre 2004 e 2007 tivemos a duologia Obscure, que fazia o papel de um survival horror inspirado nos 3 primeiros jogos da série Resident Evil mas com um tom mais jovial, tínhamos um grupo de amigos e todos estudavam entre o último ano do Ensino Médio e a Faculdade e tudo desenrolava dentro de uma Instituição de Ensino. É um jogo bastante desafiador porque colocava para o jogador controlar 8 personagens, o desafio era terminar o jogo e chegar ao fim da história com todos vivos, se isso acontecer então seria possível assistir o verdadeiro final. Você pode acessar as análises de, Obscure 1 e Obscure 2 na versão PC.

Mas, em 2015 tivemos uma nova ideia e história que se desenrolava em uma Faculdade com Life Is Strange, a grande novidade era a possibilidade de alterar o percurso da história com base nas escolhas do jogador, sem contar em uma narrativa e desafio muito mais elaborados que trouxeram diversos assuntos pertinentes da vida que se não fosse por ser um jogo poderia muito bem servir como uma série para a TV.

Fala gamers do Brasil! Chegamos na edição 156 com a análise de Oxenfree, jogo que eu costumo chamar de “Life Is Strange 2D” mais por ter uma liberdade de escolhas durante as conversas dos personagens, mas o mais legal é que Oxenfree mexe com o sobrenatural puxado para elementos de terror, suspense, e vozes do além por estáticas de rádio. Um grupo de amigos que foram passar uma noite em uma ilha misteriosa e descobrem o verdadeiro valor da amizade.


Oxenfree (PC [Análise], Xbox One, PS4)
Desenvolvedor: Night School Studio
Publicado por: Night School Studio
Lançado em: 15 de janeiro, 2016

[Tempo de leitura: 9 minutos]

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Ed.Nº 154 – Mighty No. 9 [2016]

AnaliseAnsiedade x Estratégia, duas forças que se não estiverem bem alinhadas podem comprometer a longevidade de uma marca. No caso dos games chega a ser curioso porque sempre haverá listas com espaços para jogos bem trabalhados e jogos mal projetados.

Muitas vezes o nome é ruim e o conteúdo é bom. Pode acontecer da ideia ter sido boa e no fim mal explicada. Dentro da criação de qualquer produto existe toda uma ansiedade para que o lançamento aconteça rápido. Por muita sorte acontece da equipe ter alguém que funciona como um “freio” para dizer que não é o momento. A demora pode ate ser benéfica, ao aguardar uma tecnologia melhor que faça aquele produto ser mais interessante para o público. É como um jogo de adivinhação onde ninguém sabe quando a estratégia vai surgir.

Por exemplo – O que seria Final Fantasy VII sem a Square ter decidido trabalhar com CDs? É muito doido pensar que FFVI foi um jogo de Super Famicom e que a sequência tinha sido pensada para o 16-bit da Nintendo antes de ir para o CD do PlayStation e se tornar um dos sucessos de 1997.

Fala gamers do Brasil! Esta é a edição 154 com a análise de Mighty No. 9, jogo que em 2016 nos deu uma grande amostra do que é muita ansiedade de querer ser um sucessor espiritual e o resultado é, nas palavras do próprio cabeça da ideia “é melhor que nada”.


Mighty No. 9 (PC [Análise], PS3, PS4, Wii U, Xbox 360, Xbox One
Desenvolvedor: Comcept / Inti Creates
Publicado por: Deep Silver / Spike Chunsoft (JP)
Lançado em: 21 de junho, 2016

[Tempo de leitura: 10 minutos]

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Ed.Nº 153 – Max: The Curse of Brotherhood [2013]

AnaliseFala gamers do Brasil! Chegamos a mais uma edição, para você, que acompanha os escritos do Blog MarvoxBrasil.

Hoje iremos falar sobre o game, Max: The Curse of Brotherhood, uma produção do estúdio Press Play que apareceu no Xbox One em 2013. Disponível também para PC e Xbox 360 desde 2014, o que pode aumentar as possibilidades para que mais pessoas conheçam e joguem este game que, traz uma mistura bastante interativa de Plataforma e Puzzle.

O que parecia ser um dia comum na vida de dois irmãos, se transforma em uma jornada repleta de aventura e lições de amizade e companheirismo. Caso você tenha irmão ou irmã e compartilhou brincadeiras e Videogames (pode ser com primo ou prima também), é possível que este jogo traga a oportunidade para reviver bons momentos juntos.

A primeira vez que joguei foi no Xbox 360, uma partida rápida na casa de uma grande amiga, depois de um tempo comprei para jogar no PC e agora chegou o momento de Max ganhar um espaço aqui no site.


Max: The Curse of Brotherhood (Xbox One, PC [Análise], Xbox 360)
Desenvolvedor: Press Play
Publicado por: Microsoft Studios
Lançado em: 20 de dezembro, 2013

[Tempo de leitura: 9 minutos]

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Ed.Nº 152 – LIMBO [2010]

AnaliseFala, gamers do Brasil! Na edição 150 e 151 cheguei a falar sobre Kane & Lynch e seus dois jogos, Dead Men e Dog Days, produzidos pela IO Interactive que também é a criadora dos jogos Hitman. No mesmo estúdio lá na Dinamarca havia um rapaz chamado Arnt Jensen que nas horas vagas gostava de montar esboços e ideias, ele chegou até a sugerir que uma dessas ideias fossem reconhecidas pela IO Interactive, o que não deu muito certo porque a empresa estava com outros planos. Esses esboços que esse rapaz havia feito e mostrado na IO Interactive era Limbo, um jogo que só apareceu em 2010 mas que estava na cabeça de Arnt Jensen desde 2004.

No ano passado, momentos após a E3 2016, a Playdead havia apresentado sua próxima produção com o jogo Inside, que por uma rápida estratégia colocou Limbo gratuitamente por tempo limitado na Steam. Os usuários simplesmente acessavam a página do jogo na loja digital e adicionavam Limbo na biblioteca para sempre. Não era versão teste ou demo, foi um presente do estúdio para o público que estava atento naquele momento.

Esta é a edição 152 do Blog MarvoxBrasil com a análise de Limbo, uma produção do estúdio Playdead que foi lançado originalmente em julho de 2010 e hoje em dia está disponível em diversos sistemas de Consoles, Computador e até Portátil.


LIMBO (Xbox 360, PlayStation 3, PC [Análise], OS X, PSVita, iOS, Linux, Xbox One, PlayStation 4)
Desenvolvedor: Playdead
Publicado por: Microsoft Game Studios (Xbox 360) / Playdead (demais sistemas)
Lançado em: 21 de julho, 2010

[Tempo de leitura: 9 minutos]

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