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Overgrind #21: Informativo, Novembro/2017

Fala, gamers do Brasil! Chegamos a mais uma edição do Overgrind trazendo a programação do Blog MarvoxBrasil e os novos longplays do Canal Jornada Gamer. Sem esquecer também dos lançamentos de Novembro nos Consoles e PC.

Este mês temos várias novidades, um dos principais destaques é a chegada do documentário 1983: O Ano dos Videogames no Brasil no Youtube para que todos possam assistir, e pelo jeito, vem nova produção por aí.

Você também não pode deixar de saber que já estão abertas as inscrições para o Meme Gamer “O Que Você Jogou em 2017?”, acompanhe este informativo para ver como funciona esta confraternização de Sites, Canais e Podcasts.

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Ed.Nº 162 – Mother Russia Bleeds [2016]

Analise

Fala gamers do Brasil! Chegamos a mais uma edição aqui do Blog e desta vez o assunto é, soco na cara, chute na bunda, voadora no peito e… seringas!? Cuidado com essa agulha, porque vamos falar sobre uma das criações mais recentes trazidas para o gênero beat’em up – Mother Russia Bleeds, uma produção Le Cartel Studio, disponível para PC e PS4.

Ao longo dos anos vimos um grande número de games e gêneros que receberam investimentos e atualizações, e quanto ao beat’em up, será que ele foi deixado mesmo de lado?

Mesmo que possamos encontrá-lo dentro de alguns jogos, como por exemplo, Sleeping Dogs em que na maior parte dele pode ser enxergado como um beat’em up tridimensional. Talvez como antigamente, em que tivemos Fighting Force, é um dos últimos nomes assim que consigo me lembrar.

No entanto, um jogo que traga o beat’em up raíz mesmo, como víamos em Streets of Rage, Final Fight ou Cadillacs & Dinosaurs, parece que é difícil para a indústria querer criar algo assim. Foi o que pensei até conhecer, Mother Russia Bleeds.

Acompanhe a edição 162 para saber como o jogo funciona, o enredo, o histórico de criação e a tonalidade do desafio, separa aí seu copo de vodka.

Mother Russia Bleeds (PC [Análise], PS4)
Desenvolvedor: Le Cartel Studio
Publicado por: Devolver Digital
Lançado em: 05/09/2016

[Tempo de leitura: 11 minutos]

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Ed.Nº 160 – Sleeping Dogs Definitive Edition [2014]

Analise

Produzido pelo estúdio canadense United Front Games em parceria com Square Enix London, Sleeping Dogs é um Action-Adventure lançado originalmente em 2012 para PS3, Xbox 360 e PC. Posteriormente a Square Enix resolveu dar uma polida no visual, consertar alguns erros de programação e assim ocorreu o relançamento do jogo.

Quando tive a oportunidade de conhecer Sleeping Dogs no Xbox 360 a mídia havia dado pau, mal tinha passado da primeira cena do jogo e simplesmente o Console não conseguia mais ler o DVD e a oportunidade tinha ido para o espaço. Naquele mesmo ano que isso aconteceu em 2014, a versão Definitive Edition já batia na porta.

Este novo disponível para PC, PS4 e Xbox One é um pacote completo que junto com os melhoramentos técnicos traz diversos conteúdos adicionais que apareceram desde o lançamento original.

Após uma fila de espera, Sleeping Dogs Definitive Edition chega na edição 160 do Blog MarvoxBrasil.

Sleeping Dogs Definitive Edition (PC [Análise], PS4, Xbox One)
Desenvolvedor: United Front Games / Square Enix London
Publicado por: Square Enix
Lançamento original: 14/08/2012
Definitive Edition: 10/10/2014

[Tempo de leitura: 12 minutos]

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Ed.Nº 156 – Oxenfree [2016]

AnaliseHistórias de grupos de amigos que tentam resolver um grande mistério é algo que vira e mexe aparece nos games. Você gosta dessas histórias? Dependendo da temática eu acho muito interessante.

Na época do PlayStation 2 entre 2004 e 2007 tivemos a duologia Obscure, que fazia o papel de um survival horror inspirado nos 3 primeiros jogos da série Resident Evil mas com um tom mais jovial, tínhamos um grupo de amigos e todos estudavam entre o último ano do Ensino Médio e a Faculdade e tudo desenrolava dentro de uma Instituição de Ensino. É um jogo bastante desafiador porque colocava para o jogador controlar 8 personagens, o desafio era terminar o jogo e chegar ao fim da história com todos vivos, se isso acontecer então seria possível assistir o verdadeiro final. Você pode acessar as análises de, Obscure 1 e Obscure 2 na versão PC.

Mas, em 2015 tivemos uma nova ideia e história que se desenrolava em uma Faculdade com Life Is Strange, a grande novidade era a possibilidade de alterar o percurso da história com base nas escolhas do jogador, sem contar em uma narrativa e desafio muito mais elaborados que trouxeram diversos assuntos pertinentes da vida que se não fosse por ser um jogo poderia muito bem servir como uma série para a TV.

Fala gamers do Brasil! Chegamos na edição 156 com a análise de Oxenfree, jogo que eu costumo chamar de “Life Is Strange 2D” mais por ter uma liberdade de escolhas durante as conversas dos personagens, mas o mais legal é que Oxenfree mexe com o sobrenatural puxado para elementos de terror, suspense, e vozes do além por estáticas de rádio. Um grupo de amigos que foram passar uma noite em uma ilha misteriosa e descobrem o verdadeiro valor da amizade.


Oxenfree (PC [Análise], Xbox One, PS4)
Desenvolvedor: Night School Studio
Publicado por: Night School Studio
Lançado em: 15 de janeiro, 2016

[Tempo de leitura: 9 minutos]

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Ed.Nº 154 – Mighty No. 9 [2016]

AnaliseAnsiedade x Estratégia, duas forças que se não estiverem bem alinhadas podem comprometer a longevidade de uma marca. No caso dos games chega a ser curioso porque sempre haverá listas com espaços para jogos bem trabalhados e jogos mal projetados.

Muitas vezes o nome é ruim e o conteúdo é bom. Pode acontecer da ideia ter sido boa e no fim mal explicada. Dentro da criação de qualquer produto existe toda uma ansiedade para que o lançamento aconteça rápido. Por muita sorte acontece da equipe ter alguém que funciona como um “freio” para dizer que não é o momento. A demora pode ate ser benéfica, ao aguardar uma tecnologia melhor que faça aquele produto ser mais interessante para o público. É como um jogo de adivinhação onde ninguém sabe quando a estratégia vai surgir.

Por exemplo – O que seria Final Fantasy VII sem a Square ter decidido trabalhar com CDs? É muito doido pensar que FFVI foi um jogo de Super Famicom e que a sequência tinha sido pensada para o 16-bit da Nintendo antes de ir para o CD do PlayStation e se tornar um dos sucessos de 1997.

Fala gamers do Brasil! Esta é a edição 154 com a análise de Mighty No. 9, jogo que em 2016 nos deu uma grande amostra do que é muita ansiedade de querer ser um sucessor espiritual e o resultado é, nas palavras do próprio cabeça da ideia “é melhor que nada”.


Mighty No. 9 (PC [Análise], PS3, PS4, Wii U, Xbox 360, Xbox One
Desenvolvedor: Comcept / Inti Creates
Publicado por: Deep Silver / Spike Chunsoft (JP)
Lançado em: 21 de junho, 2016

[Tempo de leitura: 10 minutos]

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