Arquivos do Blog

Overgrind #17: Informativo, Junho/2017

Junho chegou para mostrar o futuro das nossas jogatinas em um mês cheio de novidades com a E3 lá nos Estados Unidos em Los Angeles, fique atento no decorrer desta edição do Overgrind para garantir seu calendário da E3 2017 com os dias e horários das Conferências que começam no próximo sábado, 10 de junho. Mas não é só lá fora que os eventos de games acontecem e Junho traz mais uma vez, para São Paulo, o BIG Festival e a força dos Estúdios Indies.

Tem também um dos momentos mais consagrados da Digital Dragons 2017 que rolou no final de maio (31) na Polônia quando Sam Lake, Diretor Criativo da Remedy, subiu no palco e contou a história do estúdio desde a criação de Max Payne em 2001 até Quantum Break.

Acompanhe o informativo de Junho do Overgrind com os lançamentos, a programação do Canal Jornada Gamer e as próximas análises do Blog MarvoxBrasil.

Leia o resto deste post

Overgrind #16: Informativo, Maio/2017

Para você que acompanha os escritos do Blog MarvoxBrasil, este é o informativo de maio com a programação e algumas informações do mundo dos games para você curtir este mês da melhor forma possível. Maio vai passar tão rápido que dentro de algumas semanas iremos acompanhar a E3.

Neste informativo você poderá conferir alguns horários já anunciados das conferências, e como de costume, será possível assistir ao vivo pela Internet. Além da E3, também estamos em contagem regressiva para o BIG Festival em São Paulo que vai reunirá mais uma vez desenvolvedores independentes de vários países, principalmente, do Brasil.

Acompanhe mais uma edição do Overgrind com os principais lançamentos, a programação de longplays do Jornada Gamer e as próximas análises do Marvox.

Leia o resto deste post

Ed.Nº 155 – Murdered: Soul Suspect [2014]

AnaliseMuito destaque ou pouco falado, o que chama a sua atenção na hora de buscar um jogo?

Durante o mês, o Blog MarvoxBrasil trouxe dois lados interessantes da indústria dos games ao falar dos jogos Max: The Curse of Brotherhood e Mighty No. 9, dois jogos que oferecem a clássica experiência do gênero Plataforma e carregam históricos muito distintos.

O jogo de Max possui uma qualidade de produção muito criativa e de conteúdo marcante, é um jogo que vale o preço cobrado e faz jus ao investimento que a pessoa teve quando comprou um Xbox One, por exemplo. Por outro lado vemos Mighty No. 9 que conseguiu chamar atenção de todos os holofotes, basta vermos a quantidade de conteúdo sobre o jogo pela web. É muito material, mas infelizmente o produto final não obteve o sucesso na mesma proporção.

Fala gamers do Brasil! Esta é a edição 155 com a análise de Murdered: Soul Suspect, lançado em 2014 pelo mesmo estúdio de Quantum Conundrum, para você que é fã de Alone in the Dark ou Silent Hill.


Murdered: Soul Suspect (PC [Análise], PS3, PS4, Xbox 360, Xbox One)
Desenvolvedor: Artight Games
Publicado por: Square Enix
Lançado em: 3 de junho de 2014

[Tempo de leitura: 8 minutos]

Leia o resto deste post

Ed.Nº 154 – Mighty No. 9 [2016]

AnaliseAnsiedade x Estratégia, duas forças que se não estiverem bem alinhadas podem comprometer a longevidade de uma marca. No caso dos games chega a ser curioso porque sempre haverá listas com espaços para jogos bem trabalhados e jogos mal projetados.

Muitas vezes o nome é ruim e o conteúdo é bom. Pode acontecer da ideia ter sido boa e no fim mal explicada. Dentro da criação de qualquer produto existe toda uma ansiedade para que o lançamento aconteça rápido. Por muita sorte acontece da equipe ter alguém que funciona como um “freio” para dizer que não é o momento. A demora pode ate ser benéfica, ao aguardar uma tecnologia melhor que faça aquele produto ser mais interessante para o público. É como um jogo de adivinhação onde ninguém sabe quando a estratégia vai surgir.

Por exemplo – O que seria Final Fantasy VII sem a Square ter decidido trabalhar com CDs? É muito doido pensar que FFVI foi um jogo de Super Famicom e que a sequência tinha sido pensada para o 16-bit da Nintendo antes de ir para o CD do PlayStation e se tornar um dos sucessos de 1997.

Fala gamers do Brasil! Esta é a edição 154 com a análise de Mighty No. 9, jogo que em 2016 nos deu uma grande amostra do que é muita ansiedade de querer ser um sucessor espiritual e o resultado é, nas palavras do próprio cabeça da ideia “é melhor que nada”.


Mighty No. 9 (PC [Análise], PS3, PS4, Wii U, Xbox 360, Xbox One
Desenvolvedor: Comcept / Inti Creates
Publicado por: Deep Silver / Spike Chunsoft (JP)
Lançado em: 21 de junho, 2016

[Tempo de leitura: 10 minutos]

Leia o resto deste post

NES em 1988: Tentativa de matéria investigativa termina com repórter querendo jogar mais

Especial

Gostar de Videogames é estar preparado para uma chuva de curiosidades, e isso acontece o tempo todo. Cada console carrega um histórico de situações que envolveram a época. Um console pode dizer muito sobre o comportamento dos consumidores, e isso acontece desde o Atari 2600.

Particularmente, eu sou apaixonado por assuntos de comportamento relacionados aos Videogames. E para a minha surpresa, um site internacional de games chegou a destacar um trecho de um programa jornalístico de quase 30 anos atrás, onde o NES apareceu em uma matéria.

Imaginem comigo. Dezembro de 1988, mães e pais em frente das lojas de brinquedos (sozinhos ou acompanhados). Eles estavam lá para comprar bonecas e carrinhos? Não. Esses pais estavam lá para comprar Mario ou Zelda. Isso está no vídeo que acompanha esse Especial, e que traz uma reportagem feita pelo programa 20/20.

O 20/20 é um programa jornalístico dos Estados Unidos transmitido pela rede ABC desde 1978. Neste programa em especial, um dos repórteres vai a campo para fazer uma matéria sobre a febre daquele fim de ano, acredito que isso tenha sido transmitido na TV no começo de dezembro de 1988. Em apenas 10 minutos de vídeo, a matéria consegue nos mostrar:

  • A concorrência do Videogame com a indústria de brinquedos;
  • Comportamento das crianças e como os pais controlam isso;
  • Debates com especialistas em Economia, Tecnologia, e Game Designers;
  • E ainda faz o repórter John Stossel, aparentemente cético, entender e acreditar na diversão do Videogame.

O programa 20/20 pelo ponto desta matéria parece um “Jornal Nacional” (pela bancada) com timbres do antigo “Comando da Madrugada” (pelas externas), a partir da reportagem apresentada. Na matéria, o repórter John Stossel, 41 anos na época, saiu para investigar os motivos de toda aquela febre e acaba dançando conforme a música.

Como diria o grande, Goulart de Andrade – Vem comigo!


Título original: Nuts for Nintendo (20/20, rede ABC)
Ano: Dezembro/1988
Vídeo publicado em 2010 no Youtube
Fonte: Game Informer, Abril/2017

 

Leia o resto deste post

%d blogueiros gostam disto: