Arquivo da categoria: Xbox One

Ed.Nº 156 – Oxenfree [2016]

AnaliseHistórias de grupos de amigos que tentam resolver um grande mistério é algo que vira e mexe aparece nos games. Você gosta dessas histórias? Dependendo da temática eu acho muito interessante.

Na época do PlayStation 2 entre 2004 e 2007 tivemos a duologia Obscure, que fazia o papel de um survival horror inspirado nos 3 primeiros jogos da série Resident Evil mas com um tom mais jovial, tínhamos um grupo de amigos e todos estudavam entre o último ano do Ensino Médio e a Faculdade e tudo desenrolava dentro de uma Instituição de Ensino. É um jogo bastante desafiador porque colocava para o jogador controlar 8 personagens, o desafio era terminar o jogo e chegar ao fim da história com todos vivos, se isso acontecer então seria possível assistir o verdadeiro final. Você pode acessar as análises de, Obscure 1 e Obscure 2 na versão PC.

Mas, em 2015 tivemos uma nova ideia e história que se desenrolava em uma Faculdade com Life Is Strange, a grande novidade era a possibilidade de alterar o percurso da história com base nas escolhas do jogador, sem contar em uma narrativa e desafio muito mais elaborados que trouxeram diversos assuntos pertinentes da vida que se não fosse por ser um jogo poderia muito bem servir como uma série para a TV.

Fala gamers do Brasil! Chegamos na edição 156 com a análise de Oxenfree, jogo que eu costumo chamar de “Life Is Strange 2D” mais por ter uma liberdade de escolhas durante as conversas dos personagens, mas o mais legal é que Oxenfree mexe com o sobrenatural puxado para elementos de terror, suspense, e vozes do além por estáticas de rádio. Um grupo de amigos que foram passar uma noite em uma ilha misteriosa e descobrem o verdadeiro valor da amizade.


Oxenfree (PC [Análise], Xbox One, PS4)
Desenvolvedor: Night School Studio
Publicado por: Night School Studio
Lançado em: 15 de janeiro, 2016

[Tempo de leitura: 9 minutos]

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Overgrind #16: Informativo, Maio/2017

Para você que acompanha os escritos do Blog MarvoxBrasil, este é o informativo de maio com a programação e algumas informações do mundo dos games para você curtir este mês da melhor forma possível. Maio vai passar tão rápido que dentro de algumas semanas iremos acompanhar a E3.

Neste informativo você poderá conferir alguns horários já anunciados das conferências, e como de costume, será possível assistir ao vivo pela Internet. Além da E3, também estamos em contagem regressiva para o BIG Festival em São Paulo que vai reunirá mais uma vez desenvolvedores independentes de vários países, principalmente, do Brasil.

Acompanhe mais uma edição do Overgrind com os principais lançamentos, a programação de longplays do Jornada Gamer e as próximas análises do Marvox.

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Ed.Nº 155 – Murdered: Soul Suspect [2014]

AnaliseMuito destaque ou pouco falado, o que chama a sua atenção na hora de buscar um jogo?

Durante o mês, o Blog MarvoxBrasil trouxe dois lados interessantes da indústria dos games ao falar dos jogos Max: The Curse of Brotherhood e Mighty No. 9, dois jogos que oferecem a clássica experiência do gênero Plataforma e carregam históricos muito distintos.

O jogo de Max possui uma qualidade de produção muito criativa e de conteúdo marcante, é um jogo que vale o preço cobrado e faz jus ao investimento que a pessoa teve quando comprou um Xbox One, por exemplo. Por outro lado vemos Mighty No. 9 que conseguiu chamar atenção de todos os holofotes, basta vermos a quantidade de conteúdo sobre o jogo pela web. É muito material, mas infelizmente o produto final não obteve o sucesso na mesma proporção.

Fala gamers do Brasil! Esta é a edição 155 com a análise de Murdered: Soul Suspect, lançado em 2014 pelo mesmo estúdio de Quantum Conundrum, para você que é fã de Alone in the Dark ou Silent Hill.


Murdered: Soul Suspect (PC [Análise], PS3, PS4, Xbox 360, Xbox One)
Desenvolvedor: Artight Games
Publicado por: Square Enix
Lançado em: 3 de junho de 2014

[Tempo de leitura: 8 minutos]

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Ed.Nº 154 – Mighty No. 9 [2016]

AnaliseAnsiedade x Estratégia, duas forças que se não estiverem bem alinhadas podem comprometer a longevidade de uma marca. No caso dos games chega a ser curioso porque sempre haverá listas com espaços para jogos bem trabalhados e jogos mal projetados.

Muitas vezes o nome é ruim e o conteúdo é bom. Pode acontecer da ideia ter sido boa e no fim mal explicada. Dentro da criação de qualquer produto existe toda uma ansiedade para que o lançamento aconteça rápido. Por muita sorte acontece da equipe ter alguém que funciona como um “freio” para dizer que não é o momento. A demora pode ate ser benéfica, ao aguardar uma tecnologia melhor que faça aquele produto ser mais interessante para o público. É como um jogo de adivinhação onde ninguém sabe quando a estratégia vai surgir.

Por exemplo – O que seria Final Fantasy VII sem a Square ter decidido trabalhar com CDs? É muito doido pensar que FFVI foi um jogo de Super Famicom e que a sequência tinha sido pensada para o 16-bit da Nintendo antes de ir para o CD do PlayStation e se tornar um dos sucessos de 1997.

Fala gamers do Brasil! Esta é a edição 154 com a análise de Mighty No. 9, jogo que em 2016 nos deu uma grande amostra do que é muita ansiedade de querer ser um sucessor espiritual e o resultado é, nas palavras do próprio cabeça da ideia “é melhor que nada”.


Mighty No. 9 (PC [Análise], PS3, PS4, Wii U, Xbox 360, Xbox One
Desenvolvedor: Comcept / Inti Creates
Publicado por: Deep Silver / Spike Chunsoft (JP)
Lançado em: 21 de junho, 2016

[Tempo de leitura: 10 minutos]

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Ed.Nº 153 – Max: The Curse of Brotherhood [2013]

AnaliseFala gamers do Brasil! Chegamos a mais uma edição, para você, que acompanha os escritos do Blog MarvoxBrasil.

Hoje iremos falar sobre o game, Max: The Curse of Brotherhood, uma produção do estúdio Press Play que apareceu no Xbox One em 2013. Disponível também para PC e Xbox 360 desde 2014, o que pode aumentar as possibilidades para que mais pessoas conheçam e joguem este game que, traz uma mistura bastante interativa de Plataforma e Puzzle.

O que parecia ser um dia comum na vida de dois irmãos, se transforma em uma jornada repleta de aventura e lições de amizade e companheirismo. Caso você tenha irmão ou irmã e compartilhou brincadeiras e Videogames (pode ser com primo ou prima também), é possível que este jogo traga a oportunidade para reviver bons momentos juntos.

A primeira vez que joguei foi no Xbox 360, uma partida rápida na casa de uma grande amiga, depois de um tempo comprei para jogar no PC e agora chegou o momento de Max ganhar um espaço aqui no site.


Max: The Curse of Brotherhood (Xbox One, PC [Análise], Xbox 360)
Desenvolvedor: Press Play
Publicado por: Microsoft Studios
Lançado em: 20 de dezembro, 2013

[Tempo de leitura: 9 minutos]

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