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Ed.Nº 166 – Doom [2016]

Analise

Quando Doom chegou nos PCs em 1993 tínhamos um cenário diferente do que vemos hoje. Os computadores não tinham Internet, a mídia física no máximo era o CD-ROM ainda que jogos eram vendidos em Disquetes, o Windows era um sistema que não aparecia logo que o PC era ligado, sendo necessário digitar a palavra “Win” para acessar o Sistema Operacional.

A categoria de jogos onde podemos enxergar a tela na visão em primeira pessoa estava apenas começando e Wolfenstein 3-D tinha aparecido um ano antes.

Logo que a produção de Wolf 3D havia encerrado, os fundadores originais da id Software começaram a trabalhar no próximo título sem imaginar que Doom seria uma via de acesso para uma nova linha de jogos que começaram a surgir, e continuam a surgir até hoje.

Chegou a hora de falarmos sobre Doom (2016) na recente produção da id Software, publicada pela Bethesda Softworks. E pela primeira vez na história da franquia, o jogo está dublado e legendado em português.

Acompanhe esta análise da edição 166 do Blog MarvoxBrasil e confira várias dicas para que a sua experiência seja a melhor possível.

DOOM [PC (Análise), PS4, Xbox One, Nintendo Switch]
Desenvolvedor: id Software
Publicado por: Bethesda Softworks
Lançado em: 13/05/2016

[Tempo de leitura: 15 minutos]

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Ed.Nº 165 – The Suffering [2004]

Analise

Fala, gamers do Brasil! De vez em quando nos textos aqui do blog costumo escrever a expressão “jogos perdidos” para os jogos de PC que não estão disponíveis nas lojas digitais como Steam ou GOG. Para jogá-los existem dois caminhos, recorrer aos Torrents da vida ou ter a mídia física guardada.

Mesmo com incansáveis pedidos que o fórum dessas lojas recebem todos os dias, vários jogos de PC ainda não conseguem voltar para as prateleiras virtuais e a facilidade do público poder jogar, isso acontece por vários desacordos entre Desenvolvedor, Publisher e até Compositor.

O GOG, por exemplo, quando relança um título, a loja não apenas coloca o jogo à venda como dá um tratamento de acesso para que o mesmo funcione no Windows 7 ao 10, muitas vezes sem a necessidade de ativar o modo de compatibilidade.

No começo de Setembro deste ano (2017) o GOG.com trouxe das profundezas da zona dos perdidos o jogo The Suffering. Ação e terror em uma produção da antiga Surreal Software e Midway Games, na época (2004) chegou a ser bastante categórica sendo lançado primeiro para os consoles PS2/Xbox e meses depois o jogo apareceu no PC, foi onde conheci e tenho a mídia física guardada.

Ao ver o jogo de volta resolvi testar a versão disponível na loja, acompanhe a partir de agora na Edição 165 do Blog MarvoxBrasil…

The Suffering [PS2, Xbox, PC (Análise)]
Desenvolvedor: Surreal Software
Publicado por: Midway Games
Lançado em: 08/03/2004
Versão: GOG.com

[Tempo de leitura: 11 minutos]

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Ed.Nº 164 – Moonfall [2017]

Analise

Histórias de terras distantes e reinos ameaçados. Personagens armados com espadas e magias. Percursos perigosos com inimigos sedentos para esfolar nossa coragem. Pano de fundo que nos faz viajar de forma incansável por jogos como Golden Axe onde precisávamos salvar vilarejos em chamas, e Ghouls ‘n Ghosts que trazia uma história de amor repleta de figuras diabólicas.

Temáticas medievais ganham tom diferente quando seus criadores tentam relacionar Fantasia com Ciência onde temos uma Era Medieval com maquinários que sabemos (pelos livros) que naquela época não existia tal tecnologia.

Imaginar Rei Arthur no século XIV enviando SMS para sua tropa ou Alexandre, o Grande, com um GPS na mão é algo que nos games fica muito interessante e nos oferece o universo da Fantasia-Científica, resumidamente, Steampunk.

Podemos pegar, por exemplo, Strife: A Quest for Sigil (atual Strife Veteran Edition), que trouxe para o PC em 1996 um enorme reino medieval com aranhas robôs saindo de dutos de ventilação, cientistas que trabalhavam com TI e tínhamos até comunicação por voz a longa distância, coisas que podem acontecer em jogos desse estilo.

Na edição 164, vamos conhecer as belezas do mundo gótico industrial de Moonfall, com cenários que fazem os olhos brilharem de vontade para explorar cada canto deste Action-RPG/2D. Uma produção indie que contou com apenas 7 pessoas na Eslováquia.

Moonfall (PC [Análise])
Desenvolvedor: Fishcow Studio
Publicado por: Fishcow Studio
Lançado em: 12/04/2017

[Tempo de leitura: 10 minutos]

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Ed.Nº 163 – Wonder Boy: The Dragon’s Trap [2017]

Analise

Existem games que nunca envelhecem, podendo passar anos sem dar sinal de vida, e quando aparecem conseguem agarrar muitos pelo coração. Em quase 50 anos da indústria dos games nunca se viu tantos resgates de nomes marcantes, talvez desde 2013 com o remake de Castle of Illusion, logo veio DuckTales pela WayForward, até chegarmos no atual Wonder Boy.

Você imaginou que em pleno 2017 estaria jogando algo novo relacionado a Wonder Boy, e ainda, Dragon’s Trap? Justo esse que trouxe tanta história para quem viveu a época do Master System. É um verdadeiro golpe do Scorpion – “Get over here!”

E aí vemos o quanto que os games das gerações 8 aos 32-bits foram importantíssimos para semear essa quantidade de revivals, muitos jogaram suas versões originais e elas estão aí refeitas para serem curtidas do começo ao fim de novo. Com certeza ainda estão faltando muitos nomes, mas não dá pra negar que essa década surpreende cada vez mais.

Na edição 163 vamos acompanhar a análise de Wonder Boy: The Dragon’s Trap, game produzido pela Lizardcube, e publicado pela DotEmu.

Wonder Boy: The Dragon’s Trap (PS4, NS, XB1, PC[Análise])
Desenvolvedor: Lizardcube
Publicado por: DotEmu
Lançado em: 18/04/2017

[Tempo de leitura: 8 minutos]

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Ed.Nº 162 – Mother Russia Bleeds [2016]

Analise

Fala gamers do Brasil! Chegamos a mais uma edição aqui do Blog e desta vez o assunto é, soco na cara, chute na bunda, voadora no peito e… seringas!? Cuidado com essa agulha, porque vamos falar sobre uma das criações mais recentes trazidas para o gênero beat’em up – Mother Russia Bleeds, uma produção Le Cartel Studio, disponível para PC e PS4.

Ao longo dos anos vimos um grande número de games e gêneros que receberam investimentos e atualizações, e quanto ao beat’em up, será que ele foi deixado mesmo de lado?

Mesmo que possamos encontrá-lo dentro de alguns jogos, como por exemplo, Sleeping Dogs em que na maior parte dele pode ser enxergado como um beat’em up tridimensional. Talvez como antigamente, em que tivemos Fighting Force, é um dos últimos nomes assim que consigo me lembrar.

No entanto, um jogo que traga o beat’em up raíz mesmo, como víamos em Streets of Rage, Final Fight ou Cadillacs & Dinosaurs, parece que é difícil para a indústria querer criar algo assim. Foi o que pensei até conhecer, Mother Russia Bleeds.

Acompanhe a edição 162 para saber como o jogo funciona, o enredo, o histórico de criação e a tonalidade do desafio, separa aí seu copo de vodka.

Mother Russia Bleeds (PC [Análise], PS4)
Desenvolvedor: Le Cartel Studio
Publicado por: Devolver Digital
Lançado em: 05/09/2016

[Tempo de leitura: 11 minutos]

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