Ed.Nº 147 – FlatOut (2004)

AnaliseFala gamers do Brasil! Para esta edição precisaremos voltar para uma época de grandes mudanças no conceito de games para Consoles e PC, o ano de 2004. Mas o que tínhamos naquela época?

Chegava Grand Theft Auto: San Andreas no PlayStation 2, um dos jogos que alavancou ainda mais as vendas do console. A Microsoft se preparava para dar adeus ao Xbox original para colocar o Xbox 360 no ano seguinte. E no caso dos PCs, o início de uma linha de computadores mais potente com a chegada dos modelos Pentium IV.

Em 2004 os jogos haviam ficado mais pesados, trouxeram efeitos diferentes e uma preocupação cada vez mais acirrada com o aspecto realístico dos jogos pelos cenários, o que também não podemos esquecer no ambiente dos PCs, houve a inauguração das placas de vídeo com 64MB de RAM que na época eram bem caras.

Placas que serviram de tapete vermelho para receber Doom 3 e Far Cry (que na época tinha o selo Crytek antes da marca passar para as mãos da Ubisoft). Unreal II: The Awakening (o último jogo da série single player da Epic Games). O pesadíssimo The Suffering, um dos últimos sucessos de terror trazido pela Midway naquela época. E o lançamento maestral de Half-Life 2 pela Valve.

Mas existe um gênero de jogo que se beneficiou muito dessas mudanças, os jogos de Corrida. Uma das maiores febres da época, Need for Speed: Underground 2. Muitos outros títulos de sucesso se fizeram presentes durante o ano de 2004 e não dá para deixar de citar nomes como: TOCA Race Driver 2, OutRun 2 e Burnout 3: Takedown.

No meio de tantos nomes fortes, uma estreia (debut) – FlatOut, o jogo tema que iremos revisitar na edição 147 do Blog MarvoxBrasil. Venha relembrar, ou conhecer, este fantástico jogo. Improvise um cinto de segurança para segurar o corpo aí no sofá ou cadeira, e faça de tudo para não ser arremessado(a) para o outro lado da sala.

MarvoxBrasil 147 FlatOut

FlatOut (PC [análise], Xbox, PlayStation 2, Linux)
Desenvolvedor: Bugbear Entertainment
Publisher: Empire Interactive
Lançado em: 05/11/2004

 

Dizem que as melhores jogatinas são aquelas descompromissadas onde não escolhemos o jogo, é o jogo que escolhe aparecer na nossa frente. Passei por isso em outubro quando eu estava com vontade de jogar algo diferente ou rejogar algo que fazia tempo que não jogava, só não fazia ideia do que jogar. FlatOut caiu no meu colo como se dissesse “me leva ou vai se arrepender”.

Realmente não pude evitar, o preço estava ótimo mesmo (R$ 2,59), estava em promoção e não pude deixar de lado. Quando coloquei o jogo para rodar no PC me veio uma lembrança muito forte, foi como se eu tivesse mesmo voltado para a primeira vez que joguei FlatOut em 2005, essa história quero compartilhar com você.

 

Erro fatal que custou um novo PC

Era 2004, eu tinha acabado de entrar na faculdade, estudava à noite e trabalhava durante o dia. Quando estava em casa após a faculdade eu refrescava a cabeça com alguns jogos que tinha no PC. Meu PC não era lá grande coisa, tinha uma placa de vídeo de 32MB que era o ideal para rodar GTA III. Com muito esforço pude jogar Doom 3, e não sei como Max Payne 2 rodava legal. Alguns jogos, mesmo pedindo configurações maiores eram possíveis rodar em placas de vídeo mais fracas, com os detalhes lá embaixo, bem embaixo, mas com vontade e sem se preocupar com detalhes dava para jogar numa boa.

Comecei a ouvir falar de Far Cry, Half-Life 2, NFS Underground 2 e logo soube da existência do FlatOut. Todos eles pediam mesmo uma placa de vídeo de 64MB para funcionar, foi quando eu quis fazer a tentativa de tentar rodar mesmo assim. Então acabei escolhendo instalar NFS Underground 2, já que o Underground 1 rodou a continuação pode rodar também. Erro fatal!

O jogo entrou, apareceu lá o logo “EA Games Challenge Everything” e a enorme cidade de Bayview abriu. Foi aí que o monitor simplesmente apagou e o led ficou amarelo, não se enxergava mais nada na tela, só me lembrava da frase “EA Games Queimando Everything“.

Falo para você, essa época de 2003 até 2007 que se dá entre o surgimento de Doom 3, Far Cry e Prince of Persia: Sands of Time, até, a chegada do primeiro BioShock foi uma das épocas mais tensas dos PCs no quesito configuração para rodar jogos porque, as configurações dos jogos começaram a mudar muito de ano para ano. Tinha-se 3 configurações de vídeo – 64MB, 128MB e 256MB, então o usuário de PC, que queria jogar no PC, tinha muito de vídeo ou tinha pouco, no meu caso não tinha nada porque queimou.

A coisa só começou a melhorar ou ficar menos complicada quando apareceram as placas de vídeo de 512MB e 1GB, aí eram só duas opções.

 

As melhores ideias aparecem na hora do aperto

O ano de 2005 havia chegado e eu ainda estava lá, expulso de Bayview com um PC derrotado. Eu precisava comprar outro monitor e quem sabe com mais esforço, até mesmo um novo PC, então peguei os fins de semana para dar aulas particulares de informática.

A época era outra, a partir de 2005 os computadores começaram a se tornar mais acessível para as pessoas, onde eu morava comecei a perceber isso. Os meus amigos do bairro e escola, e também, os vizinhos falavam de computador da mesma forma que hoje falamos de Whats App. Muitos haviam comprado o primeiro computador.

Lembro que começava a aparecer no jornal anúncios de computadores modelo Celeron, Dual Core e Pentium D, fora que poucos sabiam mexer no Windows XP, o sistema operacional da época. Particularmente eu achava tudo isso o máximo porque havia enxergado uma oportunidade de ensinar essas pessoas a mexer no que eu já mexia. Minha vida ficou assim, trabalhava durante o dia e à noite ía para a faculdade, e os finais de semana eu ensinava os amigos e vizinhos a mexer no Windows XP.

Foi uma época muito boa, fiquei muito contente quando um aluno chegou dizendo que tinha arrumado um emprego por saber mexer no computador.

 

Não importa quanto dure desde que façamos valer a pena

Com o tempo pude juntar o que eu ganhava no trabalho da semana e com as aulas nos fins de semana e pude dar entrada em um Pentium IV, e por coincidência o primeiro jogo da franquia F.E.A.R tinha aparecido, e graças a configuração dele que pedia 128MB de vídeo, isso fez com que as placas de 64MB tivesse seu preço reduzido, e foi assim que pude adquirir um novo PC, mas ainda faltava o monitor que foi resolvido porque uma tia passou o antigo monitor dela para mim, sendo que não era um monitor tão antigo assim, tinha uma tela de 17″, era de tubo e muito bonito.

Pude jogar novos jogos que já estava com vontade, fora outros que mesmo que já tinha jogado, fiz questão de reinstalar e jogar como se fosse a primeira vez para sentir nos jogos a diferença em vários aspectos, e não pude deixar de voltar para a Bayview de NFS Underground 2, o jogo que havia queimado o meu monitor e meu antigo PC. Ao ver que jogos de corrida não seriam problema para o novo PC, comecei a correr atrás de outros jogos de corrida para testar e ver como é. Foi assim que cheguei em FlatOut, nem preciso dizer como foi o meu Natal de 2005.

 

Certos jogos ficam intactos, mesmo que passe muitos anos

Uma abertura em formato de filmagem das antigas corridas de demolição com carros emparelhados lado a lado, buscando uma melhor posição por pistas de asfalto, terra ou neve. No menor deslize uma batida ocorre no vídeo e assim acontece aquele efeito dominó, onde é possível ver a lataria sendo retorcida e esmagada em tempo real. Sob o capô, cilindros e ritmos se unem para queimar combustível e nitro. Soma-se tudo isso ao detalhe que se dá com o motorista que pode ser arremessado através do para-brisas.

FlatOut foi uma produção da Bugbear Entertainment, um estúdio localizado na capital da Finlândia, em Helsinque. Os primeiros trabalhos da Bugbear foram exclusivos do PC-Windows, Rally Trophy em 2001 e Tough Trucks em 2003, já neste início a equipe da Bugbear mostrava interesse por, corridas de demolição (Demolition Derby), big foots e nos circuitos de rally, e também por stunt race, que é uma modalidade de realizar manobras radicais e sempre perigosas utilizando veículos.

É só lembrar dos momentos de Stunt em GTA III e Vice City que rendiam boas pontuações em dinheiro, era possível encontrar rampas para lançar o carro o mais longe possível, e logo era acionado uma câmera com efeito em slow-motion para causar aquele drama de cena, e se ainda assim o carro cair com as 4 rodas no chão, perfeito, o jogador levava uma bela bolada em dinheiro.

A Bugbear, mesmo com várias ideias, não tinha como bancar o projeto e a distribuição. Foi aí que apareceu a Empire Interactive, distribuidora que estava no mercado desde 1987 e que até aquele momento já havia colocado Crazy Taxi e Dino Crisis 2 nos PCs, cuidou de toda a franquia Ford Racing.  A Empire colocou FlatOut no mercado em lançamento simultâneo para PC, PS2 e Xbox. A fama de FlatOut foi tão forte que a distribuição do jogo no Japão, para o PS2, ficou a cargo da Konami. Enquanto que na Europa, quem cuidou dessa parte foi a Vivendi Universal, ou seja, não tinha quem não quis um pedaço desse bolo. Além de divertido, o que ajudou FlatOut a ter boa recepção perante o público foi o contato com distribuidoras que conheciam o mercado dos países em que operaram a venda dos jogos.

Não devia ser nada fácil para um estúdio da Finlândia vender seus jogos numa época em que não existia ainda o Steam e demais distribuições digitais. A imagem abaixo é possível conferir o protótipo e a conclusão.

 

Modo Carreira

Na campanha principal de FlatOut temos três Campeonatos, pela ordem temos, a Copa Bronze – Classe C com 9 pistas. Copa Silver – Classe B com 12 pistas, por fim, a Copa Gold – Classe A com 15 pistas, ao todo são 36 pistas com os mais diversos terrenos e ambientes. Desde uma cidade com pista de asfalto, até fazendas com estradas de terra, e as mais tensas pistas cobertas de neve com direito a pisar fundo em cima de lagos congelados.

No meio do caminho, o jogador encontrará as mais perigosas consequências da pilotagem com caminhões, carrocerias soltas carregadas de toneladas de madeira ou tronco de árvore, sítios de construção com tratores e até enormes maquinários de empreiteiras. É preciso se manter vivo e atento durante todo o percurso para não topar de frente com colunas de aço ou cair em uma cratera no meio do asfalto. Batidas frontais ocasionam no arremesso do seu motorista ou da sua motorista, é possível escolher se o personagem que sentará no volante será mulher ou homem.

Para que o jogo não ficasse com um aspecto violento, o que poderia chegar a uma versão moderna de Carmageddon, a Bugbear optou por utilizar nos motoristas a física Ragdoll, que faziam com que os motoristas ficassem com um aspecto parecido com bonecos de prova de teste. O resultado disso não poderia deixar de ser hilário, porque os motoristas parecem bonecos feitos de borracha. Enquanto o motorista ficou com aspecto artificial, as batidas e destruição dos carros puderam ser incrementadas e funcionam em tempo real.

Pancadas na traseira faz o vidro traseiro estraçalhar, quando a trombada ocorre na lateral do veículo, começa a aparecer amassados na lataria e quanto mais forte conseguem danificar ou até arrancar a porta, batidas em cercas dependendo do material que a cerca é feita conseguem arrebentar o capô. A maioria das pistas, o desnível do chão pode aparecer uma rampa, e estando em alta velocidade fará o carro levantar voo por alguns segundos, nesse momento use sua força mental para que o carro não capote ou caia de mal jeito, o que pode danificar o eixo do veículo.

 

Como não perder a cabeça enquanto estiver no volante

Na área externa de um enorme ferro-velho estão os carros para serem comprados, 16 modelos esperam por você. É possível alterar a cor do veículo, e pela tendência da época, temos também a opção de realizar upgrades nos carros de FlatOut, isso mesmo, tunar. Com base nas suas vitórias entre 1º e 3º lugar é possível juntar uma bela grana e aos poucos realizar essas alterações para tornar o seu veículo muito mais potente. O jogador começa com 4 mil dólares.

Podemos melhorar a lataria, tornando-a mais resistente à pancadas, além dos tradicionais melhores motores, pneus que aguentam mais as mudanças bruscas de terrenos, e melhorar o tempo de resposta das trocas de marcha e a potência do turbo. Vale também usar nitro, e essa é a sacada do jogo. Para conseguir preencher a barra de nitro, o jogador precisa aproveitar momentos oportunos das pistas para destruir objetos espalhados pelo caminho. Quanto maior for o tamanho da destruição, prepare-se para o preenchimento total da barra de nitro, ela ficará vermelhinha. Mesmo se você chegar em posições após o 3º colocado, receberá o valor da destruição como um bônus. Na hora da compra do primeiro carro, a minha escolha foi pelo modelo Grinder, no valor de $3.500.

O Grinder tem boa potência, é tranquilo de controlar, além do peso ser ótimo para enfrentar as pancadas e desníveis das pistas. Com ele é possível obter um bom resultado na Copa Bronze, com a grana coletada pelas vitórias de cada pista, é possível adquirir os upgrades para deixá-lo tunado por inteiro, e o restante deixei acumular até a chegada da Copa Gold, é nesse momento que o jogo fica mais difícil porque, os oponentes pouco a pouco também ficam com o carro tunado. É hora de adquirir um novo modelo, o Thunderbolt que custa 15 mil dólares. A parte boa é que o antigo modelo pode ser dado como entrada para a compra do novo carro. O dinheiro que restou, você pode usar para tunar o Thunderbolt que poderá chegar aos 400km/h.

Isso o levará ao final da Copa Gold onde poderá assistir um vídeo especial que só passa no final do jogo com uma das músicas mais marcantes, além dos créditos que não deixa de ser especial por exibir vários momentos da produção do primeiro FlatOut, com esboços, desenhos e imagens da equipe inteira da Bugbear em 2004.

 

Trilha-Sonora

As músicas que tocam durante as corridas, nos menus, e em todo o momento do jogo são compostas por bandas como: Adrenaline, Amplifier, No Connection, Tokyo Dragons, LAB (fez a música tema do jogo), Sixer, dentre outras bandas, ao todo são 28 músicas. Escolher só uma música boa é uma tarefa injusta, já que todas são muito bem casadas com o jogo. Você pode ouvir a trilha sonora completa aqui embaixo.

 

Bugbear com novo jogo, e FlatOut por outro estúdio

Ao todo a franquia FlatOut possui 7 jogos, sendo que apenas 4 são produções próprias dos criadores originais, ou seja, a Bugbear Entertainment, sendo que o último foi FlatOut: Heads On para o PSP. O que apareceu depois disso foram criações provindas de outros estúdios sem relação com a Bugbear. O estúdio finlandês agora prepara-se para lançar um novo jogo de corrida chamado Wreckfest, previsto para aparecer em 2017 no PC, Xbox One e PS4.

A marca FlatOut ficou perdida na mão de outros grupos que tentaram realizar trabalhos mas não possuíram o mesmo know-how dos criadores originais. A versão que matou a franquia foi FlatOut 3: Chaos & Destruction lançada em 2011, uma triste situação vinda de um estúdio iniciante chamado First Strategy. Mesmo assim, o estúdio fará uma nova tentativa, e com isso existe o anúncio de FlatOut 4: Total Insanity. Apesar dos vídeos de divulgação, tomara que desta vez o estúdio esteja melhor preparado e faça FlatOut voltar com tudo, soltando faíscas pelo chão e pedaços de lataria para todos os lados com circuitos tão desafiadores quanto o primeiro jogo.

Apesar da First Strategy ter feito besteira com FlatOut 3, foi graças a ela que FlatOut, FlatOut 2 e FlatOut: Ultimate Carnage estão à venda digitalmente, no caso dos PCs pelo Steam, isso aconteceu porque a First comprou da Bugbear os direitos da marca FlatOut, do contrário teríamos uma franquia morta e esquecida pelo tempo, não pelos jogadores, mas pela própria indústria. Uma situação que acontece ainda com muitos jogos que não são encontrados nas lojas digitais.

Quem quiser saber mais sobre isso, leia a Edição Nº 114 com o jogo XIII: Thirteen, feito pela Ubisoft, e que não está a venda na plataforma Uplay, e nem no Steam.

 

Embarque em FlatOut e veja tudo de perto

Se você estiver à procura de um jogo de corrida divertido e radical para curtir o final de ano, está aqui uma super sugestão com FlatOut. No PC, o jogo pode ser encontrado na loja Steam, sendo que a versão digital funciona muito bem no Windows 10 e com suporte ao controle de Xbox 360. É possível jogar o multiplayer em duas pessoas com tela dividida. O jogo não possui conquistas pelo Steam. Acesse a página do jogo na plataforma da Valve e fique atento com as promoções.

E assim chegamos ao final da Edição 147, logo abaixo você acompanha a galeria de imagens capturadas durante o gameplay de FlatOut. Até a próxima!

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Sobre Marvox

Bacharel em Comunicação Social: Propaganda e Marketing pela Universidade Paulista de São Paulo, Autor do MarvoxBrasil e Co-Fundador do Canal Jornada Gamer.

Publicado em 12 de dezembro de 2016, em Análises, PC e marcado como , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 4 Comentários.

  1. Valeu Cadu! Vamos ver, tem muita coisa boa que eu acabo lembrando e assim que puder vou trazer sim outros jogos de corrida. E esse lance da configuração do PC, por isso que vale a pena pegar a qualquer momento um jogo como esse, vai instalar e tirar todo proveito do jogo sem limitações, já que o jogo já era bem feito naquela época e continua muito divertido.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Eita diacho, que trabalheira pra jogar um jogo, hein? A brincadeira deve ter saído bem cara na época, fora a dor de cabeça!
    É um dos motivos pelo qual eu evito jogar no PC até hj, trauma desses problemas de configuração. Sei que não existem mais, mas o trauma ainda tá vivo na minha cabeça. Enfim…
    Desconhecia FlatOut, mas até que parece interessante. Jogo de corrida com “final” é sempre legal, uma das coisas que me afastam de jogos de corrida é justamente o fato de ser jogo infinito… rs.
    Deve ser cômico mesmo ver os motoristas com física Ragdoll, a droga é que isso em meados de 2004 me faria ficar batendo o carro o tempo todo só pra ver os bonecos voando. Ainda bem que não conheci na época! kkkkkkk
    Ótimo post, Marvox!

    Curtido por 1 pessoa

  3. Me parece ser bem interessante esse jogo quem sabe eu não de uma conferida depois.

    Curtido por 1 pessoa

  1. Pingback: Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2016? | Blog MarvoxBrasil

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