Ed.Nº 134 – Mafia II (2010)

AnaliseFaaala gamers do Brasil! Na edição 134, o assunto é sobre o jogo Mafia II, lançado em agosto de 2010 para PC, PS3 e Xbox 360. Uma produção 2K Czech publicada pela 2K Games.

Mafia II é a sequência da franquia Mafia que em outubro de 2016 chegará Mafia III. Desta vez o jogo está sendo produzido pelo estúdio independente chamado Hangar 13, também ligado com a 2K. Um dos fatos interessantes é que o personagem principal do jogo tema desta edição estará presente, no jogo novo. Mafia III estará disponível para o PC, PS4 e Xbox One.

Farei nesta edição uma passagem bem legal sobre o jogo Mafia, e na edição seguinte, irei abordar as DLCs. Tudo para que você conheça melhor este jogo, sendo também uma oportunidade no caso do jogo aparecer em alguma promoção.

Acompanhe esta sensacional aventura em companhia de Vito Scaletta e Joe Barbaro, e mais um monte de figurões presentes na movimentada Empire Bay em…

Mafia II

Cidades tridimensionais, cotidianos de uma vida moderna e pelas ruas dezenas de pessoas renderizadas que caminham para um rumo pré-programado.

Em 1994 jogadores puderam construir, gerenciar e destruir sua própria cidade em SimCity 2000. No mesmo ano, uma primeira ideia de cidade tridimensional apareceu com Quarantine, um jogo de PC onde você era um taxista que precisava escapar de uma cidade controlada por Empresas em meio a um apocalipse corporativo que tentava dominar a mente das pessoas. Em um jogo até então underrated surgiu a ideia – se é uma cidade, o jogador precisa de um mapa para poder saber para onde ir.

Leia mais sobre Quarantine aqui

No fim da mesma década o Dreamcast fez milhares de jogadores caminhar pela primeira vez por uma cidade em companhia de Ryo Hazuki em Shenmue. Não podemos esquecer que, em matéria de perseguição quarteirão a quarteirão, desta vez com carros ao estilo anos 70 em cidade tridimensional, Driver 1 já fazia o PlayStation tirar leite de pedra em pleno 1999, mesmo ano do jogo da Sega. Um colocou uma cidade à pé, e o outro colocou uma cidade em 4 rodas. Os jogos que colocam cidades como imersão de realidade não nasceram de uma hora para a outra. Um jogo como GTA V, por exemplo, ganhou vida após retalhos e mais retalhos de ideias vindas de outros jogos. Quando o século mudou, os jogos também mudaram.

Computadores com placas de vídeo e Windows XP, PlayStation 2, Xbox, jogos em DVD. O Século XXI abriu com Max Payne 1 e seus rostos renderizados que demonstravam dor e raiva, herança repaginada de Goldeneye 007. Grand Theft Auto 3 (GTA III), um dos lançamentos no nascimento do PlayStation 2, permitia o jogador dirigir por uma cidade tridimensional fictícia (Liberty City), dos anos 90 por ruas iluminadas à noite, atravessar pontes, enfrentar o trânsito, tinha rádio, e ao ligar era possível ouvir Debbie Harry – Rush Rush ou Elizabeth Daily – I’m Hot Tonight.

Se por um lado a Rockstar tinha um jogo no PlayStation 2 que retratava a “realidade contemporânea”, a República Tcheca estava prestes a trazer ao PC uma história de início do Século XX, com alguns calhambeques e vestimentas menos informais e, uma história tão intrigante quanto as gangues de Chinatown, a franquia Mafia.

De rival à parceira

A franquia Mafia nasceu pelas mãos da Illusion Softworks, um estúdio localizado na República Tcheca que tinha como meta a produção de jogos para PC, PS2 e Xbox. No começo, os primeiros jogos do estúdio eram mais voltados para o estilo estratégia de guerra, ou Tactical Shooter. Com o lançamento do PlayStation 2 em 2001, logo de cara, o console chegou com GTA 3 uma evolução bem a frente do que foi os dois primeiros jogos no PS One.

Por coincidência de criação, o PC estava prestes a receber Mafia, que pelas imagens em revistas e sites da época dava a entender que seria um clone de GTA, o que deve ter deixado a Rockstar de orelha em pé. GTA 3 já tinha sido lançado em outubro de 2001. Mafia estava prestes a chegar em agosto de 2002. Inesperadamente meses antes em maio, a Rockstar coloca GTA 3 à venda nos PCs, faltavam apenas 6 meses para o primeiro Mafia desembarcar nos PCs.

Essa foi uma das rivalidades mais presentes naquele ano, assim como nos consoles houve a guerra dos anos 90 com Nintendo vs Sega. Essa briga foi para ver quem fazia a cidade tridimensional mais convincente, de um lado GTA 3 com uma cidade dos anos 90, e do outro, Mafia com uma cidade dos anos 30. Em ambos podíamos controlar um personagem por uma cidade, em épocas diferentes, com objetivos até então bem diferentes, e o elemento que parece pequeno hoje em dia mas era bastante relevante naquela época, guiar carros. O que fez toda a diferença foi a forma como cada um dos jogos foram apresentados ao público.

GTA 3 trazia na abertura uma cidade que parecia ter um certo receio de se mostrar para o jogador, para quem lembra da abertura, não dava para ter uma ideia clara de como seria a cidade, na tela eram exibidos apenas recortes de trechos da cidade, ao som de um piano meio melancólico junto com outros instrumentos que embalavam um ar de desconfiança em uma selva de concreto e aço.

Por outro lado, quando o jogador iniciava o primeiro Mafia, ele assistia uma abertura que recebia o jogador de braços abertos, mesmo que a cidade era mergulhada em crimes e traições. Após assistir a abertura, durante o jogo era fácil o jogador soltar “Ah! Essa parte eu lembro da abertura”, algo que no GTA 3 não tinha, essa receptividade até cinematográfica.

Essa rivalidade de território entre Rockstar e Illusion Softworks não durou muito, a Take-Two Interactive já tinha adquirido a Rockstar, e junto com o braço direito 2K Games, eles viram que não adiantava nada ter dois jogos brigando por intelectos tão semelhantes. Após ser adquirida pela 2K Games em 2008, a Illusion Softworks passou a se chamar 2K Czech e assim Mafia II foi lançado em 2010 e desta vez não mais como um rival de GTA.

Mafia II (PC)

Uber dos anos 30

O enredo dos jogos Mafia acontece sempre em uma cidade fictícia americana, a cidade de Mafia 1 chama-se City of Lost Heaven ou apenas Lost Heaven, uma mistura de San Francisco e Chicago. O primeiro jogo acontece entre os anos 1930 até o início da década de 40.

Aqui nosso personagem é Tommy Angelo, um taxista que apenas havia encostado o carro para descansar por alguns instantes, dar aquela esticada nas pernas e fumar um cigarro. Em um curto espaço de tempo, ele ouve tiros e um falatório vindo da esquina. Alguém deve estar ferido porque um deles aparece dizendo: “tem um táxi logo ali”. Uma pessoa sai do beco, olha para o táxi e mira o revólver na direção do taxista, bem no estilo “ou ajuda ou morre”. Pois é, sobrou para o cara do táxi.

O jogo já coloca o jogador numa situação alarmante onde precisamos levar um dos homens que está ferido para um esconderijo o mais rápido possível. A polícia vem logo atrás e atira sem parar enquanto tenta capotar o táxi a todo custo. Dentro do taxi, um dos homens continua apontando a arma para Tommy, e nessa altura a polícia já deve ter até anotado a placa do carro e pensado que Tommy faz parte do grupo. Tommy Angelo agora trabalha para a máfia local, tudo porque ele encostou o carro na rua errada e na hora errada.

Mafia 1 não foi um grande exemplo de arquitetura tridimensional, a mira não era tão precisa na hora do aperto, mas não se pode negar que o jogo trazia uma alma e uma noção de realidade bastante interessante para a época, principalmente no quesito carros. Seria muito prático apenas entrar no automóvel e começar a dirigir, mas Mafia 1 fazia o jogador prestar atenção no nível de combustível. Isso vai muito da sorte do jogador, mas não era difícil pegar um carro e após correr muito, o veículo simplesmente parava de funcionar.

Espalhados por Lost Heaven existem postos de gasolina, tudo o que o jogador precisa fazer antes de qualquer missão, ou quando achar que a missão vai pedir muito do automóvel é, passar no posto e abastecer, não era toda hora que isso acontecia mas, era aquela coisa, a cidade tem postos de gasolina e eles não estão lá apenas de enfeite. Talvez a última vez que vi um jogo com carros que funcionavam a gasolina, falando dentro dessa época do em que Mafia foi lançado e que fica fácil relembrar foi na franquia Top Gear no Super Nintendo.

De tanque cheio, é só seguir viagem e não tirar os olhos do velocímetro, outro ponto interessante. Dentro da cidade existe um limite de velocidade, e para o jogador não ficar preocupado em andar além da conta e a polícia toda hora querer te perseguir, o jogo possui um comando que ao ser acionado, trava o velocímetro para que não passa da velocidade permitida naquele lugar, independente se for 40 ou 50km/h, o próprio jogo impede o velocímetro de subir. Ao perceber que precisa perseguir alguém ou fugir de alguém, é só liberar a velocidade e tomar cuidado para não bater, já que os carros são um tanto pesados.

Little Italy e suas cantinas italianas, também tem Chinatown. tudo dos anos 30 e carros antigos bem ao estilo Ford Bigode, pessoas bem vestidas pela rua e você na pele do taxista Tommy Angelo dirigindo em uma época que respirava jazz, músicas como a que está logo abaixo e que o jogador ouve pelas rádios também da época.

Inesperada continuação

A intenção do estúdio por traz do jogo era colocar Mafia 1 apenas nos PCs. A história de Tommy Angelo foi aclamada pela crítica que nomeou como “um dos melhores jogos do ano” que o PC recebeu em 2002. Mafia 1 acabou também sendo portado para o PS2 e Xbox, porém apenas em 2004. Esse port em ambos os consoles comprometeu o visual do jogo por ter sido feita por outra empresa. Durante o modo Free Ride, por exemplo, onde o jogador pode dar um giro pela cidade de forma descompromissada, a polícia não aparece. Essas diferenças deixaram por afetar a experiência original do jogo. No entanto, se forem tentar jogar Mafia 1 para conhecer, é recomendado partir direto para a versão do PC que valerá a diversão.

Com o sucesso do jogo no PC, o estúdio começou de imediato o desenvolvimento da continuação, porém, existia um pequeno problema nesse percurso, em 2003 os jogos receberiam uma nova evolução, cenários e físicas de objeto mais convincentes. No mesmo ano, quando Max Payne 2 apareceu novamente mudou tudo. Ver inimigos sendo arremessados contra uma estante, e a mesma sendo destruída derrubando e quebrando objetos pelo cenário, e no ano seguinte a vinda de Half-Life 2, proclamando a vinda da física para dentro dos jogos, fez o estúdio de Mafia se preocuparem mais com o desenvolvimento da continuação. Eles precisavam de um novo motor gráfico (Engine).

Oito anos se passaram, a Microsoft e a Sony já estavam com o Xbox 360 e o PlayStation 3 a postos, os jogos já não eram os mesmos daquele aparentemente longínquo 2001-2002 – Como pode tanta coisa mudar de uma hora para a outra? – Porém, essa espera que a 2K Czech fez para o lançamento de Mafia II acabou fazendo bem para o novo visual com arquiteturas tridimensionais mais convincentes, uma mira tão boa e que serviu de exemplo para a atual mira encontrada em Max Payne 3 e GTA V, e carros bem mais fáceis de dirigir. Um novo personagem para uma nova cidade, os anos 30 já passaram, estamos agora nos anos na metade do Século XX.

Mafia II (PC)

A cidade do sonho americano

Mafia II acontece na cidade chamada Empire Bay, desta vez carregando a mistura de Nova York, Chicago, Los Angeles, Boston e Detroit. A cidade ficou maior, ruas mais espaçosas, relevos variados, muitas construções, prédios, casas, comércios, os carros um pouco mais modernos e bem mais robustos, o que aparenta ser bem mais pesados que no jogo anterior. O design dos personagens, corpo e rosto ficaram bastante marcantes, com expressões que beiram encenações de filmes do cinema. Ainda é um jogo, com comandos e movimentos bem melhores do que fora mostrado em 2002, e sem esquecer do importante, Empire Bay é tão viva quanto Lost Heaven.

O personagem principal é Vito Scaletta, um rapaz que foi trazido pela família quando criança para os Estados Unidos, era a época em que imigrantes italianos saíam do seu país pensando “na América eu vou me dar bem”. O começo do jogo é bastante triste. A família a bordo do navio rumo a Nova York fictícia, e quando chegam na casa onde eles haviam conseguido para morar, viram que não era nada daquilo que lhes fora prometido. Viveram na miséria, Vito Scaletta com sua irmã e seus pais.

mafia001

Anos mais tarde, Vito se alistou no exército, o ano é 1943 e estava naquele momento de 2ª Guerra Mundial, é neste momento que o jogo começa. Novamente temos a situação alarmante, semelhante ao taxista precisando se virar para sobreviver. O jogo abre, e o jogador está em guerra na Itália na famosa Operação Husky, onde países aliados aos Estados Unidos estavam prontos para bater de frente contra a Itália e Alemanha. Benito Mussolini foi derrubado do poder, e isso fez com que os Aliados pudessem prosseguir com a invasão do país.

De repente Vito é retirado do exército, tudo por meio de contatos na Empire Bay. Esse contato chama-se Joe Barbaro, esse jogo é daqueles que existem dois protagonistas e isso ficou muito divertido, porque ambos possuem mentalidades totalmente diferentes. Vito é um rapaz que tem como objetivo fazer as coisas de um modo mais racional, enquanto Joe é o bon vivant, todo popular, consegue sempre sair com quem quer, tem dinheiro de sobra graças aos serviços que ele faz dentro da máfia. Serviços em que Vito e o jogador serão puxados involuntariamente. É aquela coisa, tiraram você da guerra então reconheça o favor, uma espécie de presente de grego. Talvez teria sido melhor morrer na guerra.

Vito e Joe se conheceram quando eram mais jovens, eles eram do tipo gatunos, roubavam coisas e cometiam algumas perturbações pela Empire Bay. De uma forma Vito acabou indo para o Exército, enquanto Joe ficou segurando as pontas até a coisa esfriar. Eu dei uma resumida, porque são detalhes que ficam mais legais enquanto joga pelo impacto ao entender, o que foi que realmente aconteceu para que um fosse mandado para as trincheiras enquanto o outro curtia a vida adoidado.

Essa amizade entre Vito e Joe vai testar a sua linha tênue entre o certo e o errado, principalmente quando Vito é jogado numa prisão. Realmente Mafia II tem uma imersão bem mais profunda, onde o jogador não apenas joga mas ele acaba conhecendo cada milímetro da cidade e sem fazer missões paralelas. Essa é até uma diferença relevante bem legal em Mafia II, o jogo não irá largar você em uma cidade open-world de modo a fazer serviços aleatórios,  apesar do personagem agir aceitando serviços em troca de favores. Vito de Mafia II e Tommy Angelo de Mafia 1 não são ex-bandidos procurando uma pilha de pó para vender. E isso fica mais legal quando o jogador descobre a maior falcatrua no fundo da história de Empire Bay, não se trata apenas de ser o chefão da máfia, existe uma questão de justiça no fundo. Mafia II acontece entre 1943 até 1951.

Assistam ao vídeo abaixo onde Vito se apresenta, fiquem tranquilos, o que é exibido nesse vídeo não é nem a 1/3 do que o jogador viverá em Mafia II. Bem legal!

Coelhinhas dos Anos 50

O universo de Empire Bay é muito rico em conteúdo para o jogador explorar, desde pegar qualquer veículo até os movimentos de Vito Scaletta, pelo conteúdo fica claro que essa criação que durou 8 anos foi para o bem. Temos um personagem bem mais livre em uma cidade livre. Você consegue correr e subir em coisas quando a referência ao parkour até aquele momento em 2010 era no máximo Mirror’s Edge. Você não irá fazer saltos acrobáticos como em Dying Light, mas pode ter certeza, o jogo permite que você arrume um jeito de escapar, seja lá para onde for.

Os momentos de fuga acabam se tornando o puzzle em tempo real. Onde sair e para onde subir, será que é melhor pegar um carro ou pular pelos telhados?Aa forma vai do seu raciocínio. E já que o jogo deixa fazer tanta coisa, que tal curtir umas Playboys?

Pois é galera, durante o percurso do jogo ao perambular por toda Empire Bay, durante uma missão ou outra, podemos encontrar espalhadas pelo cenário revistas da Playboy com as Coelhinhas da época, ao todo são 50 revistas para coletar. Que beleeeeza! Tudo para que você entre uma jogada e outra, solte aquele “sacumé”, espera a janta ficar pronta no microondas. Encontrar essas revistas também acaba sendo muito divertido.

Outra situação bastante interessante é a possibilidade de ajudar as pessoas, e isso lhe rende o desbloqueio de certas Conquistas. Por exemplo, existe uma Conquista chamada “A Real Gentleman” – Verdadeiro Cavalheiro, uma mulher em algum lugar da cidade está com o carro quebrado e se você ajudá-la, então ganhará essa Conquista. Existem conquistas bem mais difíceis que essa, o que eu digo é, quem vai reparar num personagem com carro quebrado em uma cidade enorme?

Essa é a diferença de Mafia II, de forma que o jogo faz o jogador completar missões em cada trecho da cidade, chega uma hora que o jogador acaba conhecendo mais as ruas de Empire Bay do que as travessas entre a sua casa e o seu emprego ou faculdade. E isso acontece porque tudo é muito bem destacado, com letreiros, referências e sinalizações. Ah, é! E os postos de gasolina continuam.

Mafia II (PC)

Preparação para Mafia III

Mafia 1 foi um jogo que eu peguei logo no lançamento em 2002, naquele momento tinha experimentado GTA 3 e Driver, são jogos que esbanjam o fim de uma geração dos anos 90 e o início de uma nova caminhada nos games a partir de um novo milênio. Eu demorei um pouco para jogar Mafia II, apesar do jogo ter sido lançado em 2010, eu fui jogar em 2013 e assim eu pude terminar. A espera valeu a pena porque pude pegá-lo em uma promoção bem legal no Steam, e no pacote vieram as duas DLCs – Jimmy Vendetta e Joe’s Adventures que eu falarei na próxima edição.

O interessante de Mafia é, o jogo não pede em nenhum momento para que você jogue o primeiro jogo, faça isso apenas se você sentir curiosidade de ver como tudo começou. Existe apenas uma parte onde ocorre uma aproximação do segundo jogo com o primeiro, e acaba se tornando um belo Easter Egg para quem joga os dois até o final. Porém, se o seu interesse é curtir um clima open-world mais linear e sem grandes aleatoriedades e descompromissos jogue Mafia II. E se já jogou, então agora é esperar pelo Mafia III que chegará em breve no PC, PS4 e Xbox One.

Na próxima edição do Blog MarvoxBrasil, vamos conhecer as DLCs que incrementam o entendimento do enredo principal, talvez nem tanto para Jimmy Vendetta, mas a expansão Joe’s Adventure é imprescindível.

Acompanhe abaixo a galeria com imagens de Mafia II no PC. Até a próxima!

Em agradecimento aos links incorporados: Canal TokyoBrando, Mytuss1, The Django Reinhardt Archive, e Willzyyy.

Sobre Marvox

Formado em Comunicação Social: Propaganda e Marketing, fundador e autor do Blog MarvoxBrasil. Criador da série Start Again no Youtube. Desde 2015 faz parte da equipe do Canal Jornada Gamer. Minha maior paixão, saber que consigo ajudar pessoas a terminar mais jogos. Essa conquista não tem preço!

Publicado em 25 de junho de 2016, em Análises, Atualizações do Site, PC, PS3, XBOX 360 e marcado como , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

Para comentar não é preciso se identificar. Mas, se quiser, pode comentar utilizando seu login do Facebook, Twitter, G+ ou Wordpress. Grande abraço!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: