Ed.Nº 130 – Deus Ex: Human Revolution Director’s Cut (2013)

AnaliseFala gamers do Brasil! Quando foi a primeira vez que você prestou atenção nos textos de um jogo? E com qual jogo você teve o primeiro contato com o gênero stealth?

Esta é a edição 130, que abordará o histórico do título Deus Ex: Human Revolution Director’s Cut, jogo do gênero Action-RPG / Tiro com visão em Primeira Pessoa / Stealth, que foi originalmente lançado em 2011, e após receber algumas atualizações e conteúdos disponibilizados por download, em 2013 veio o relançamento ao adicionar as palavras Director’s Cut, que são cenas do Diretor.

A adição foi, incremento do visual e erros de programação consertados, os conteúdos The Missing Link e Explosive Mission Pack foram embutidas na história durante o enredo e não mais para jogar a parte, existem cerca de 8 horas de comentários, sobre cada detalhe do desenvolvimento e ainda, existe um vídeo no jogo com 45 minutos com cenas dos bastidores da produção, muito legal de assistir. E depois que termina, abre o New Game Plus, que aumenta e abre novas oportunidades intensificando o desafio padrão. Tudo isso é o que existe na versão Director’s Cut.

Human Revolution é uma produção da Eidos Montreal, sendo publicado pela Square Enix e está disponível para o PC, PS3, Xbox 360 e Wii U. Vamos conhecer mais desse universo cyberpunk em companhia de Adam Jensen.

Deus Ex Human Revolution Director's Cut MarvoxBrasil 130

Organizar os itens no inventário, falar com pessoas, se preparar para combates, evitar confrontos desnecessários, aprender novas habilidades, e tem mais um, manter-se frio. Esta é a receita mais básica para começar a jogar Deus Ex, o restante ficará por conta da sua experiência.

O futuro da Biomecânica

Deus Ex é um jogo que mostra mais do que fala, e durante todo o percurso existe um ganho de experiência que nem todo jogo conseguiu proporcionar. Mergulhar de cabeça no universo de Deus Ex é estar preparado para abrir a mente para um futuro muito próximo, e não menos real, do que o futuro que vivemos. É um jogo que enquanto você joga, em segundos esquece que está jogando alguma coisa, parece mesmo que você está vivendo aquilo tudo que passa diante dos olhos. Todo jogo, independente da sua plataforma, seja no console, portátil, computador ou máquina Arcade tem a sua oportunidade de ser único, porém, Deus Ex conseguiu atingir uma marca suprema, estando em um patamar que poucos jogos conseguiram chegar. Para quem jogou sabe que só em dizer o nome do jogo, dá um frio na espinha.

O primeiro jogo e levava o jogador para o ano de 2052. O segundo jogo chamado Deus Ex: Invisible War leva o jogador para um futuro um pouco mais distante, em 2072. Ambos foram produzidos pelo Game Desiner, Warren Spector, com a ajuda do estúdio Ion Storm. Warren Spector é o criador da franquia Ultima Underworld, também chegou a fazer System Shock e Wing Commander todos títulos de sucesso e bastante famosos internacionalmente lançados nessa época entre 1990-1994. O roteiro de Deus Ex começou a ser escrito em 1993 e tudo só ficou pronto em junho de 2000.

O foco do enredo em Deus Ex é plena conspiração tecnológica que envolve tráfico de drogas, tráfico de tecnologia, pesquisas na área da nanotecnologia e biomecânica, terrorismo e crise econômica. Não parece ser algo tão diferente do que vivemos hoje em dia. Mas, a medicina nessa época em que acontece Deus Ex já estava muito avançada, e existem o que é chamado de TransHumanos, que são humanos com próteses eletrônicas. As próteses estavam tão avançadas que era possível implantar órgãos artificiais, mas que funcionavam como os órgãos naturais. Imagine, ao invés de perder um dos pulmões, simplesmente a pessoa poderia substituir e voltar a fazer tudo que fazia antes, ou quem sabe, implantar o coração colocando um mais forte, mais resistente para a pessoa viver normalmente.

Deus Ex Human Revolution Director's Cut

Todo mundo só fala em Augmentations

Esses implantes sendo eles artificiais e eletrônicos poderiam receber upgrades, ou seja, atualizações. Isso no jogo recebe o nome de Augmentations. Essa palavrinha originária da França quer dizer, aumento. Suponhamos que com o seu pulmão você consiga ficar alguns minutos debaixo d’água, segurando a respiração. Mas, com uma simples atualização, você conseguiria segurar a respiração por horas. Imagine uma pessoa que fuma por muitos anos e está com o pulmão debilitado com o passar dos tempos, mas com uma atualização a pessoa teria um pulmão novo, livre de gases tóxicos. É claro que, essas substituições de partes do corpo, acaba causando uma certa revolta em algumas pessoas. A população começa a se dividir porque alguns pensam que a ciência começa a querer brincar de Deus. Mas aí fica a pergunta, se vai causar benefício para a pessoa, qual o problema?

O problema está em pessoas com más intenções e que decidiriam trocar seus órgãos por Augmentations, tudo para se aproveitar das atualizações, no fim as pessoas acabariam tornando-se artificiais por dentro. Será? Se eu pudesse trocar órgãos internos que com o passar dos anos ficam deteriorados, por que eu não faria isso?

O caso é que como se não bastasse os problemas econômicos do Mundo no futuro (que não muda tanto com o que temos hoje), existe o terrorismo de Augmentations, ou seja, empresas de biomedicina, começaram a criar suas próprias atualizações, e no fim existe uma tentativa de montar um exército de TransHumanos com poderes mais avantajados e que podem tirar proveito por ter uma força a mais aqui e ali. E para combater essa desordem existe a UNATCO que monitora os movimentos de pessoas que querem utilizar Augmentations para propósitos indesejados. É aí que entram os protagonistas de Deus Ex.

Deus Ex: Human Revolution Director's Cut

Os protagonistas

Faridah Malik - Deus Ex: Fallen Angel

  • Faridah Malik | Ano: 2020

Onde ela aparece: Deus Ex Fallen Angel, é um livro com a história inicial. Ela aparece como a piloto do avião que transporta Adam Jensen para todos os lados.

Como saber mais? No próprio livro em formato digital, é gratuito e você pode ler e até fazer o download para guardar.

Clique aqui para acessar o livro disponibilizado pela Eidos Montreal.

Ben Saxon e Anna Kelso - Deus Ex: The Fall

  • Ben Saxon e Anna Kelso | Ano: 2027

Onde eles aparecem: A dupla são os protagonistas em Deus Ex: The Fall, a versão foi lançada originalmente para smartphones Android/iOS e depois a Eidos resolveu portar o jogo para o PC.

É importante jogar essa parte da história por servir de introdução para os acontecimentos em Human Revolution.

Como saber mais? O jogo encontra-se disponível no Steam, clique aqui para acessar a loja.

Adam Jensen - Deus Ex Human Revolution / Mankind Divided

  • Adam Jensen | Ano: 2027 – 2029

Onde ele aparece: É o protagonista em Human Revolution e continuará sendo em Mankind Divided. Reparem que é o mesmo ano que acontece The Fall, por isso chega a ser bastante importante aproveitar todo o conteúdo para ter um envolvimento maior com a história.

Como saber mais? Human Revolution é disponível para PS3, Xbox 360 e Wii U, no PC você encontrará no Steam, clique aqui.

Mankind Divided é novo, e será disponível para PS4, Xbox One e PC, também podendo ser encontrado no Steam, clique aqui.

JC Denton - Deus Ex 1

  • JC Denton | Ano: 2052

Onde ele aparece: É o protagonista do primeiro Deus Ex, lançado em 2000. JC tem um irmão chamado Paul Denton. Em Mankind Divided é possível que descubramos informações sobre a geração deste primeiro protagonista da história do jogo Deus Ex. É esperar para ver.

Como posso saber mais? O primeiro jogo é disponível para PC podendo ser encontrado no Steam, clique aqui para acessar a loja. Na época, chegou a ser portado para o PlayStation 2.

Alex Denton - Deus Ex: Invisible War

  • Alex Denton | Ano: 2072

Onde ele aparece: É o protagonista em Deus Ex: Invisible War, ou conhecido como Deus Ex 2. Ele é o irmão mais novo de JC Denton e Paul Denton, do primeiro jogo.

Como posso saber mais? O segundo jogo também é disponível para PC, podendo ser encontrado no Steam, clique aqui para acessar a loja.

Na época em que Deus Ex 2 foi lançado, chegou também a ser lançado para o primeiro Xbox.

O Trio Furtivo

Quando Deus Ex apareceu pela primeira vez em 2000 nos PCs, a indústria do videogame passava por um momento muito satisfatório que se deu com a vinda de diversos títulos que encabeçavam o gênero Stealth. Porém, Deus Ex não entrou nesse meio querendo ser um jogo furtivo. Quando ele apareceu carregava apenas 2 categorias:

  • Action-RPG, devido o fato do jogo possuir uma pontuação e o personagem conseguir acumular essa pontuação em tudo que faz.
  • First-Person Shooter, porque a visão que temos do personagem é na primeira pessoa, esse personagem é você, mesmo que ele tenha identidade.

O lado furtivo veio por acaso, e ainda no ano em que foi lançado, uma revista da época chamada Game Developer, atribuiu a categoria Adventure, devido a enorme quantidade de pontos para explorar dentro dos cenários, não por acaso, mas quando mais Deus Ex era analisado pelas Revistas, mais categorias ele ganhava.

O gênero Stealth ganhou popularidade entre 1998-2003, mesmo que ele já existia há muitos anos, não do jeito que nós conhecemos hoje em dia de chegar na ponta dos pés pelas costas e záz, derruba o inimigo. Mas como todo gênero, existe um momento em que mais pessoas acabam jogando, e isso é o que torna popular. A popularidade do Stealth nasceu em 1998 porque nesse ano houveram 3 jogos que mostraram um caminho para que os próximos jogos pudessem vir com mais saúde.

Tenchu: Stealth Assassin, lançado pelo estúdio japonês Acquire, Metal Gear Solid, lançado pela Konami e por final Thief: The Dark Project, este lançado pela Looking Glass Studios, sendo o primeiro Stealth com visão em primeira pessoa. Então temos, dois jogos exclusivos de PlayStation e Thief que era do PC. Podemos dizer que o Stealth se popularizou graças ao Soldado, o Ninja e o Bandido.

A Popularização do Stealth

Tenchu: Stealth Assassins, fevereiro/1998. Metal Gear Solid, setembro/1998 – PlayStation. Thief: The Dark Project, novembro/1998 – PC.

Então, essa mecânica da furtividade nos jogos em 98 era algo que estava começando a ficar popular, não era todo estúdio que utilizava esse nome nos jogos porque a visão que se tinha era, jogo furtivo era coisa de espionagem, espião, matador, e se lembrarmos bem, foi nessa época que começou a surgir, a partir de 2000, personagens como Hitman, e espiãs também, como foi o caso de No One Lives Forever. Devido a diversos fatores dentro da jogabilidade, Deus Ex ganhou a categoria Stealth porque era possível derrubar os inimigos e remover o corpo do caminho, na intenção de esconder o corpo derrubado, para que isso não alertasse os outros inimigos do local.

A diversão de hackear

Em Deus Ex parece mesmo que o jogador toma lugar de um canivete suíço, durante vários momentos do gameplay o cenário dá oportunidade para o jogador entrar e sair de várias formas, seja pela tradicional porta, encontrando cartões de acesso ou através de dutos de ventilação. Quando o jogador utiliza o raciocínio para entrar nos cômodos sem ser notado, recebe uma pontuação maior, sendo premiado pela destreza. O mais interessante é hackear os computadores para ver quais informações é possível extrair. Ao hackear um computador, existem terminais e servidores e é importante tomar cuidado para não ser detectado, fazendo com que os alarmes sejam acionados. Quanto maior for a sua habilidade para hackear objetos eletrônicos, menor será a possibilidade de ser detectado.

As pontuações ganhas podem ser úteis para aumentar o nível de habilidade, é como pagar para fazer um curso online, só que em um estalar de dedos, você recebe esse conhecimento. E assim, poderá não só hackear computadores como sistemas de segurança, abrir e fechar portas e virar o sistema de segurança de cabeça para baixo, acionando robôs sentinelas para atacar os próprios inimigos. No primeiro jogo, era possível hackear sistemas bancários e transferir o dinheiro das contas para o seu bolso, era uma brincadeira que não tinha preço.

Durante o percurso em Human Revolution, o jogador passará por muitas oportunidade de hackear objetos, existem muitos computadores espalhados pelos locais com e-mails para ler. A leitura desses e-mails chega a ser interessante se a sua intenção é prestar atenção no enredo, algumas informações chegam a ser engraçadas, outras possuem detalhes sobre as facções encontradas pelas cidades em que acontece o jogo. O mais normal que acontece é, ao avistar um terminal é fato, você vai querer mexer para ver o que tem.

Deus Ex Human Revolution Director's Cut

Escolhas para aumentar sua experiência

Na vida, as escolhas costumam gerar consequências e em Deus Ex não muda muito,  ainda mais em Human Revolution, onde o jogo no final faz uma análise do seu caráter após todos os progressos durante o enredo. Se matou mais, menos, se soube negociar bem com os inimigos, se preferiu partir para o ataque ou ficar na defensiva. É bem interessante isso, porque faz o jogador ter uma noção de quem ele é, claro que depois é possível jogar e mudar o resultado, mas o primeiro diagnóstico sempre causa um impacto em quem está jogando.

No primeiro Deus Ex, o jogador tinha como desafio conversar com os NPCs e deles tentava-se extrair informações, principalmente para saber qual o próximo rumo tomar. Mas, dependendo da resposta dada o NPC entendia que a sua intenção não era das melhores e ocorria um confronto involuntário. Em Human Revolution acontece a mesma coisa, chega um momento da conversa que o jogador precisa escolher o que fazer. É por isso que vale o que foi dito lá no começo da página, mantenha-se frio, leia atentamente as informações e responda as perguntas sabendo que se algo der errado, você terá que agir rápido para reparar esse erro.

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Tudo o que é feito em Deus Ex, o jogador recebe pontos de experiência (XP), isso faz com que esses pontos sejam trocados por novas habilidades (Skill), isso se você estiver com a Augmentation correta instalada, mas principalmente, atualizar as suas habilidades. O que facilita a sua aproximação em locais que antes não era possível ser acessados. Existem atualizações que são muito importantes e ricas, como uma atualização que ocorre nas pernas, abrindo a oportunidade para Adam Jensen cair de locais muito altos e não se machucar. Seu tempo para atravessar determinados percursos diminui e muito com a ajuda dessas atualizações que Adam recebe.

Sucessor Espiritual de quem não deixou de existir

O primeiro Deus Ex foi criado pelo estúdio Ion Storm, uma desenvolvedora que atualmente não existe mais desde 2005, esse estúdio era formado por pessoas que trabalharam na id Software, seus líderes eram John Romero e Tom Hall, ambos criadores de Doom e Quake. Warren Spector quando começou a escrever sobre Deus Ex nem imaginava lançar o jogo pela Ion Storm. Isso aconteceu por acaso, e porque três empresas não deram muita atenção ao que Warren estava criando naquele momento. Na equipe da Ion Storm tinham 20 pessoas que ajudaram a dar vida ao primeiro Deus Ex. Anos mais tarde após o lançamento da continuação, a Eidos Interactive passou por uma severa reestruturação e ocasionou no fechamento da Ion Storm, mesmo que já havia indícios da criação do terceiro jogo, que ainda não era Human Revolution.

Em 2005, a Crystal Dynamics chegou a mostrar uma ideia para a terceira história do jogo, mas na época recebeu o nome de Deus Ex Clone Wars. A equipe já não era a mesma, e tampouco o criador, porque Warren saiu do projeto para cuidar da saúde. Nisso a Crystal Dynamics não queria abandonar os esboços e decidiu levar adiante a ideia do terceiro jogo, que virou na verdade um sucessor espiritual, chamado Project Snowblind. Esse jogo saiu em 2005 para PC e o primeiro Xbox da Microsoft. Atualmente o jogo encontra-se disponível no Steam, clique aqui para conhecê-lo.

Com o passar dos anos, Deus Ex quase ficou esquecido, mas não inteiramente porque muitas pessoas ainda jogavam o primeiro título, até que a Eidos Montreal juntou-se com a Square Enix. A partir de 2007 os trabalhos em Deus Ex 3 começaram. A equipe queria criar algo mais próximo do primeiro jogo, e um pouco distante de Invisible War, porque o segundo jogo não foi tão aclamado como o primeiro. Deus Ex 3 foi montado e desmontado diversas vezes, a equipe da Eidos Montreal finalizava o primeiro jogo dezenas de vezes para compreender a genialidade existente em Deus Ex, até que em 2011 o jogo finalmente saiu, chamando Human Revolution.

Deus Ex: Human Revolution Director's Cut

A primeira vez que eu joguei Deus Ex foi no ano 2000, eu tinha comprado numa loja e lembro que na época custou R$50,00. Eu estava prestes a me despedir do Nintendo 64 para embarcar de vez nos jogos de PC, porém, eu ainda estava esperando pelo Conker’s Bad Fur Day que seria a saideira suprema. Nisso eu tinha alguns jogos no computador mas nem sempre eu jogava e quando jogava era porque eu não tinha mais nada para jogar no videogame. Deus Ex foi um daqueles jogos que eu instalava, jogava um pouco, não entendia muita coisa e desistia. Realmente ele era muito difícil, não era costume na época ver um jogo que dava tanta liberdade de ir e vir. O que me ajudou a entender melhor o ambiente em Deus Ex foi a experiência ganha alguns anos antes com The Legend of Zelda: Ocarina of Time.

Ocarina of Time é um jogo que realmente precisava prestar atenção em tudo que era escrito na tela porque só assim para conseguir saber o que tinha para fazer, essa situação de ir e vir já estava inserida na experiência do jogo da Nintendo, mas até chegar nesse estalo de transferir o que foi aprendido em Ocarina para Deus Ex, demorou longos meses. Quando eu comecei a prestar atenção em cada conversa que aparecia em Deus Ex, foi aí que pude avançar no jogo até conseguir assistir aos três finais. Isso me fez querer finalizar mais vezes, e perceber o quanto o jogo é rico em detalhes. Assim como Zelda é um jogo cheio de histórias por trás do enredo, Deus Ex possui detalhes em cada NPC existente na tela.

Se você ainda não jogou, faça isso o quanto antes, é um jogo cheio de conteúdo, conteúdo até demais para uma vida inteira, de todo modo, no momento o que nos resta é esperar a vinda de Mankind Divided. Se não houver novos adiamentos, o jogo sai dia 23 de agosto de 2016.

No mais, fiquem com algumas imagens extraídas durante o gameplay de Human Revolution Director’s Cut, espero que vocês joguem e conheçam esse universo cuberpunk steampunk em um futuro, não tão distante. Até a próxima!

Sobre Marvox

Formado em Comunicação Social: Propaganda e Marketing, fundador e autor do Blog MarvoxBrasil. Criador da série Start Again no Youtube. Desde 2015 faz parte da equipe do Canal Jornada Gamer. Minha maior paixão, saber que consigo ajudar pessoas a terminar mais jogos. Essa conquista não tem preço!

Publicado em 17 de abril de 2016, em Análises, PC, PS3, Wii U, XBOX 360 e marcado como , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. Já vou começar respondendo suas perguntas de cara:
    1- Textos em jogos eu presto atenção desde Phantasy Star no Master System, mas o PT-BR ajudou! rs
    2- Eu ODEIO stealth! Desde o Metal Gear Solid… kkkkk
    Mas sabe que eu tenho uma boa curiosidade com Deus Ex? Ainda mais o Human Revolution que deixa a gente jogar no “modo ação”.
    Ainda mais esse lance de avanços tecnológicos versus população, digamos, “de fé” contrária. Traz à tona discussões bem interessantes sobre muitas coisas. Só quero ver eu superar a bronca de stealth + tiro em primeira pessoa… rs
    Ótimo post!

    Curtido por 1 pessoa

  2. Ótimo review! Deus Ex Human Revolution é um game que eu não dava muito valor, até jogar no meu Wii U! o jogo realmente supera expectativas e te cativa do início ao fim! Parabéns pelo artigo!

    Curtido por 1 pessoa

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