Ed.Nº 119 – ObsCure (PC, 2004)

AnaliseFaaala gamers do Brasil! O mês de setembro começou muito bem, a página do Blog MarvoxBrasil participa mais uma vez do Prêmio Top Blog 2015!

No ar desde 2009 trazendo análises, detonados com imagens, e todo final do ano, o MeMe Gamer, conto com a força de vocês para desbloquear esta nova conquista. Aqui ao lado, na coluna à direita têm a imagem com o botão “vote aqui”, vocês podem votar quantas vezes quiser. Não deixem de me acompanhar no Facebook e Twitter.

No Canal Jornada Gamer, a programação de setembro traz os longplays da franquia Astérix que apareceu no Master System, tem Mickey também com Castle of Illusion e Land of Illusion, as versões do Game Gear. Vejam a nossa programação aqui, e fiquem atentos com as datas da publicação de cada vídeo que serão exibidos no Jornada Gamer, acessem pelo www.youtube.com/jornadagamer.

E no QuadNation tem uma super promoção do Oniken e Odallus, dois jogos sensacionais produzidos pela brasileira JoyMasher. Tivemos 3 ganhadores! Olha só que legal, vamos acessar o portal para ver quem foram os ganhadores da Teles… do sorteio realizado no dia 13 de setembro, cliquem aqui.

E vamos para a duologia ObsCure que começa a partir de agora na edição 119, com o primeiro título desenvolvido pela Hydravision Entertainment e lançado em 2004 para PlayStation 2, Xbox (o primeiro) e também para o PC. Vale lembrar que desde 2014, ObsCure foi relançado e colocado à venda no Steam. Acompanhem:

ObsCure 1 Edição 119 Blog MarvoxBrasil

Quando as bandas tomaram parte das trilhas sonoras

Quando a geração PlayStation começou, uma das coisas mais legais e que deram parte à evolução das trilhas sonoras foi a inserção de músicas de bandas, isso ficou muito marcante em jogos da franquia Tony Hawk Pro Skater, o gênero punk rock batia forte enquanto desvencilhávamos manobras radicais sob o skate e ouvíamos as músicas de bandas originárias da época como MxPx, Millencolin e tantas outras, davam uma imersão de adrenalina nos dedos dos jogadores.

Claro que Grand Theft Auto, o querido GTA, ajudou bastante com as rádios que nos faziam ouvir músicas que, para a época pós ano 2000, achávamos que não ouviríamos nunca mais, que nada, em GTA 3, Vice City e San Andreas, sempre tinha uma rádio que tocava hits internacionais existentes dentre as décadas de 80 e 90.

Quando chegou o ano de 2002, Need for Speed Hot Pursuit 2 havia chegado para mostrar que as bandas não era um luxo apenas dos jogos de skate, a EA fez o jogo trazer gêneros mais alternativos e tínhamos Rush, Hot Action Cop, Pulse Ultra e Course of Nature, até a chegada de Underground que fez todo mundo cair no universo Black Music de vez, não dá para esquecer da música Get Low (rrron-don-don).

E ao partir dessa linhagem musical onde as bandas começaram a fazer parte das trilhas sonoras dos jogos de videogame e PC, veio a softhouse Hydravision Entertainment, uma nova desenvolvedora europeia, na época, que decidiu mexer com o gênero Survival Horror para iniciar os seus trabalhos. Até aquele momento, o que tínhamos de novidade no gênero eram: Resident Evil Code: Veronica (2000), Parasite Eve 2 (2000), Silent Hill 3 (2003) e Dino Crisis 3 (2003), todos com a jogabilidade herdada da primeira geração do console PlayStation.

Em 1º de outubro de 2004, o PS2, Xbox e o PC receberam o jogo ObsCure que buscava resgatar ou até se aproveitar de uma certa ausência dessa jogabilidade, porém, trazia uma novidade para o gênero, ao invés de controlarmos 1 ou 2 personagens, tínhamos o controle de 5 personagens. Sem fugir da tendência sonora do momento, o jogo abria com a música Still Waiting da banda Sum 41, que na época estava apenas começando a carreira, e o jogo iniciava desta forma:

Uma imagem aérea com foco no pátio de um colégio com estudantes espalhados em vários pontos, a câmera corta, e na quadra de basquete, os personagens são apresentados para o jogador durante uma disputa, são eles: Kenny, Josh, Stan e Shannon, logo depois Ashley aparece para completar o quinteto que levarão os jogadores a explorar o misterioso passado do fundador do colégio, enquanto tentam aos perigos em situações cheias de sustos e pulos no sofá.

Um por todos

Mais do que controlar vários personagens é sabermos que cada um possui habilidades distintas e nessa parceria onde sempre movemos dois personagens por vez, abre espaço para criar uma estratégia em forma de cabo de guerra para aos poucos descobrir como ultrapassar os desafios que o enredo propõe. Para isso é importante conhecer cada membro do grupo e no fim todos tem algo em comum, são amigos.

  • Kenny tem uma postura mais atleta, é o personagem que resiste mais, aos danos causados pelos inimigos.
  • Shannon, a irmã caçula de Kenny, faz a parte inteligente do grupo muito útil para resolver os puzzles que aparecem durante o jogo. A vantagem dela está no uso dos kits para recuperar a energia, com 1 só kit ela consegue recuperar 20% de energia, o normal para os outros é recuperar apenas 10%.
  • Ashley é a namorada de Kenny, a habilidade dela aparece durante o uso das armas de fogo e também com tacos de beisebol, a força dela resulta em maior estrago nos inimigos, o que é muito bom para aqueles momentos em que pode acontecer do jogador se ver encurralado.
  • Stan é o amigo “zen” do grupo, e que possui um ótimo conhecimento para hackear computadores, sua melhor habilidade é abrir armários usando um grampo.
  • Josh é o aspirante a repórter, sempre pronto para aquele furo de reportagem, é um personagem que consegue correr muito bem, o que é bom para realizar uma fuga planejada de última hora e tem uma força mediana.

É importante que vocês entendam que o game over só aparece quando o último personagem vir a morrer, todos os personagens conseguem fazer de tudo um pouco, mas, manter cada um dos personagens vivos e saber usá-los nos momentos próprios irá facilitar e muito a vida de quem jogar, o que sempre o jogo incentiva é que o jogador desenvolva combinações de dupla para avançar com mais rapidez. Aqui vão alguns exemplos de estratégia:

Utilizar o Stan que tem agilidade para abrir armários e destravar portas, junto com a Shannon que consegue recuperar com facilidade a energia, pode resultar num avanço satisfatório.

Deixar Kenny para os momentos mais críticos onde acontecem lutas contra chefões ou inimigos que bloqueiam as passagens e abrir caminhos com a Ashley para tirar os inimigos que avançam nos personagens, já que ela consegue causar maior dano nos inimigos.

Cada jogador ao se aventurar em ObsCure, tomará conhecimento pouco a pouco, de como escolher a melhor alternativa para contornar uma situação aparentemente perigosa. O jogo possui vários slots para salvar o progresso, e só podemos salvar se encontrarmos um CD, em seguida é só acessar a opção para salvar e o jogo continua daquele ponto.

O Kenny sumiu

O jogo se passa no fictício Leafmore High, um renomado colégio americano que no momento em que o jogo começa está para completar 100 anos. O prédio foi fundado pelos irmãos Herbert e Leonard Friedman. Por anos, os irmãos Friedman estiveram envolvidos em pesquisas para criar uma fórmula que impedisse o envelhecimento através da seiva de uma flor muito rara.

No momento em que o jogo começa, após o jogo de basquete, o primeiro personagem que podemos controlar é o Kenny, que acaba por ficar sozinho no ginásio da escola enquanto o restante do grupo o esperava do lado de fora. Então vamos até o vestiário, tudo muito escuro e o celular toca. Ashley havia ligado para Kenny para perguntar quando ele sairá da escola, já que os dois são namorados, acredita-se que sairiam para algum lugar.

Nesse meio tempo, é possível começar a ouvir alguns urros e batidas que parecem vir do lado de fora do ginásio, e a curiosidade de Kenny guiará o jogador até avistar o que parece ser o porão do ginásio, onde existe uma escada. Antes de descer, podemos pegar uma arma, lanterna e uma fita isolante. Você poderá combinar os itens e assim terá uma arma que além de atirar também ilumina o caminho de uma só vez, e descemos.

O porão parece uma estrutura militar, com canos e iluminação fraca, cheio de câmaras hermeticamente fechadas, e nas portas existem válvulas ao invés de maçanetas. Ao ver isso, dá a entender que é para conter alguma coisa e se algo der errado, impedir que alguma coisa saia de onde veio. Dentro de uma das câmaras encontramos um garoto, muito maltratado e com medo e Kenny oferece ajuda. O garoto aceita e também acaba por pegar uma arma dentro de um armário do lado de fora da câmara, aqui o jogo começa a nos mostrar como será trabalhada a parceria entre os personagens. Por enquanto, só podemos movimentar o Kenny, o outro é controlado pelo próprio jogo. O objetivo desta parte é escapar do porão, o que não será nada fácil sabendo que existe uma criatura enorme e muito forte que perambula pelo local, enquanto é preciso abrir algumas portas para avançar pelo caminho.

Ao abrir uma das últimas portas desta área subterrânea, a dupla é surpreendida por uma criatura enorme que berra na direção da câmera e não tem jeito, precisamos correr muito, o que não adiantará de nada. A criatura consegue alcançar o jogador e parece que o jogo acaba neste momento. Com o desaparecimento de Kenny, restam 4 personagens que precisarão buscar um meio de reencontrar o Kenny, já que todos ficam preocupados com o sumiço do amigo, ao mesmo tempo que o jogador será sugado por um mistério ainda maior que envolve toda a fundação de Leafmore High.

Prova de Biologia

O mais legal de ObsCure vem de fábrica com, a possibilidade de jogar em modo cooperativo local. No caso de existir mais pessoas na casa, ao invés de deixar alguém apenas olhando, basta plugar o segundo controle e chamar alguém para explorar juntos, todos os momentos do enredo. Isso vale tanto para os consoles, quanto para o PC. Até hoje, este foi um dos maiores diferenciais para a época, quando o jogo foi lançado.

Todos os inimigos de ObsCure são frutos de experimentos biológicos proveniente das plantas, existem desde as criaturas pequenas na altura do joelho, outras que possuem o mesmo tamanho dos personagens principais e até os que podemos chamar de “Nemesis” pelo tamanho e por serem muito fortes, gostam de aparecer do nada para causar aquele choque momentâneo no cérebro do tipo: “deixa eu sair daqui antes que eu morra”.

No momento em que as criaturas estão prestes a aparecer ou já estão no local, o piso do cenário fica todo coberto por raízes verdes, ao mesmo tempo, em que uma névoa fina paira no ar. É importante tomar cuidado com a névoa porque é tóxica e faz os personagens tossir, dando vantagem para os inimigos atacar. Para driblar as investidas das criaturas, podemos usar a iluminação das lanternas, ao mirar a luz na direção das criaturas, além de deixa-las cegas por um momento, o feixe de luz também consegue queimar o corpo dessas criaturas, mas o que resolve mesmo pelo menos nas criaturas que possuem o mesmo tamanho dos personagens é atirar. Quanto às criaturas menores, vale deixar uma arma branca como segunda arma, pode ser um taco de beisebol, de hóquei ou até barras de ferro, para derrubar os pequenos inimigos e economizar munições.

O jogo começa durante o dia, a luz do Sol ajudará a montar estratégias para eliminar as criaturas que aparecem no início do jogo com uma maior facilidade, basta quebrar algumas janelas que estão dentro das salas de aula para deixar a luz do Sol, dar aquele cheque mate nos inimigos. O problema é quando o dia vira noite, tudo fica mais escuro e não tem mais a vantagem da luz do Sol para ajudar, neste momento o clima do enredo fica mais tenso, e os perigos aumentam.

Desbloqueie conquistas

Fazer com que todos os personagens permaneçam vivos até o final é um teste muito bem-vindo de sobrevivência e estratégia, nem sempre você poderá contar com suas armas, às vezes precisará parar para pensar que dois tiros dados em um ponto, serão menos dois tiros dados em um momento mais à frente do jogo, é melhor resolver logo o que for necessário e fugir, correr sem olhar para trás. É importante dividir bem os medicamentos para que ninguém fique andando como se estivesse mancando, isso acontece quando algum personagem está com a energia muito baixa.

Ao terminar com todos os personagens vivos, o jogo desbloqueará o final verdadeiro e uma nova opção, a dificuldade Special. No menu do jogo existe uma opção chamada “Bônus”, dentro os jogadores poderão encontrar concept arts, um vídeo com o processo de criação e renderização das fases, muito legal de assistir, e também dois videoclipes  das bandas que compõem a trilha sonora de ObsCure. A maioria das coisas são desbloqueadas quando o jogo é finalizado na dificuldade normal e com todos vivos, mas tem outros conteúdos, inclusive um bastão de beisebol com pregos que ao ser desbloqueado, você pode começar o modo Special com esse bastão, uma vantagem que o jogo proporciona.

Secretaria

Na época em que ObsCure foi lançado, a resolução máxima do jogo era de 1024×768 mas, desde que o jogo foi relançado em 2014, é possível aumentar a resolução.O jogo funciona perfeitamente no Win 7, o único problema é com a resolução maior que 800×600, em uma parte do jogo, precisamos encontrar um código para abrir os portões do colégio, quando chegamos perto do comandos, o teclado numérico fica realçado para que o jogador consiga selecionar os dígitos necessários, em resoluções maiores que 800×600 esse realce nas teclas não existe, é um bug, então será necessário diminuir a resolução para conseguir solucionar os puzzles. Só esse detalhe, de resto funciona sem problemas.

ObsCure trabalha com o motor gráfico RenderWare, uma engine que foi criada pela Criterion, a softhouse da franquia Burnout, e que foi praticamente o visual muito utilizado nos jogos da Rockstar no início de geração PS2, mesmo sendo um jogo de 11 anos atrás, os personagens e detalhes são muito bonitos, movimentação rápida, os controles e posições dos botões não assustam, e logo depois da introdução o jogador estará acostumado. Um belo underrated para renovar aquela vontade por Survival Horror, em apenas 5 ou 6 horas de jogo.

Além da mencionada música da banda Sum 41, ObsCure possui uma trilha sonora própria composta por Olivier Derivière que fez um trabalho filarmônico que dava toda a essência do jogo, até porque são as músicas que tocam durante os momentos de exploração, batalhas, fugas e demais ações que desenrolam na história. O compositor é responsável também pelas músicas dos jogos Remember Me, Assassin’s Creed IV: Freedom Cry e Bound by Flame.

No final do mês passado (agosto) a softhouse Supermassive Games lançou Until Dawn no PlayStation 4. A produção do gênero survival horror, drama interativo traz durante o enredo, opções de escolhas e consequências muito conhecidas nos jogos da Quantic Dreams, e pelo fato de controlarmos em meio a situações alarmantes 8 personagens onde, cada um possui sua própria identidade, podemos dizer que “ObsCure seria o Until Dawn da geração PS2” só que mais direto na ação sem termos que escolher o que iremos fazer. Aqueles que puderem experimentar os dois jogos, façam, porque a experiência é muito legal, principalmente se você primeiro jogar ObsCure e depois partir para o Until Dawn.

Pausa lanche

ObsCure foi um achado numa loja aqui em São Paulo, eu estava procurando por algo exatamente nesse estilo de jogabilidade, meio voltado para a primeira geração de Resident Evil e o vendedor me ofereceu o ObsCure em mídia DVD, isso em 2005. Para a época com relação aos PCs, era um jogo de peso médio, porque havia uma transição das placas de vídeo entre 128mb e 256mb.

Em abril de 2015 joguei novamente ObsCure 1 e ObsCure 2, só que desta vez foi através do Steam e pude ver que o tempo não fez mal algum, fiquei satisfeito de ter lembrado tanta coisa e não ter ficado muito perdido em algumas partes. É aquela coisa de quando o jogo marca, você pode ficar muitos anos sem jogar, e mesmo assim se diverte, o jogo fica cravado na memória.

Abaixo, confiram algumas imagens capturadas durante o gameplay de ObsCure no PC. Se você já jogou este jogo deixe o seu comentário e conte como foi a sua experiência. E ainda neste mês estarei de volta com ObsCure 2 e mais curiosidades sobre esta franquia. Até a próxima!

Sobre Marvox

Formado em Comunicação Social: Propaganda e Marketing, fundador e autor do Blog MarvoxBrasil. Criador da série Start Again no Youtube. Desde 2015 faz parte da equipe do Canal Jornada Gamer. Minha maior paixão, saber que consigo ajudar pessoas a terminar mais jogos. Essa conquista não tem preço!

Publicado em 12 de setembro de 2015, em Análises, Consoles Retrôs, PC, PC Retrô e marcado como , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 5 Comentários.

  1. Valeu Cadu! Fiquei pensando nisso, ao jogar ObsCure e depois partir para o Until Dawn, sua curva de aprendizado será talvez mais satisfatória porque dá para absorver bastante da mecânica do Until Dawn. Se fizer o inverso é interessante também, mas você vai chegar no ObsCure sentindo falta da liberdade de escolhas que só o Until Dawn tem. Eu usaria o ObsCure como treinamento de sobrevivência para o Until Dawn.

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  2. Caaaara, tô tentando tirar o atraso das leituras e comentários nos blogs e sites… tá difícil.
    Obs o que? Nunca tinha nem ouvido falar desse jogo! Pudera, ele saiu pra geração que fiquei afastado dos videogames… hehehe
    Gostei de relembrar todo histórico de músicas conhecidas nos jogos. Teve isso no Gran Turismo também. Não que fossem bandas, se me lembro bem era mais voltado para eletrônica (posso estar enganado). Mas lembro que fez um sucesso e saiu até CD com a trilha sonora, só não consigo lembrar de qual Gran Turismo era.
    Enfim…
    Parece legal a proposta do jogo, survival horror que pode ser jogado de dois? Pô, sensacional!
    Ainda mais com todo esse “quê” de estratégia envolvido, personagens diferentes, duplas e tudo mais. Gostei!
    Estou curioso com o Until Dawn, de repente jogar esse jogo enquanto não tenho PS4 pode ser uma boa, ótima dica!
    Ótimo post, Marvox!

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  3. Boa Ulisses, valeu por ter comentado. Pior no sentido de aumentar a dificuldade sim, se sobrar um só, ficaria um survival horror padrão, o azar é que você não assiste o final verdadeiro, a jogabilidade se mantém intacta porque todos os personagens podem correr e utilizar as armas para abater os inimigos, o que fica mais desafiador porque cada personagem reage de forma diferente em meio aos ataques e etc, alguns resistem mais e outros perdem uma bela porcentagem de vida.

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  4. Que saudade das músicas das rádios de GTA.As vezes eu parava de jogar só pra ficar rodando o “dial” e curtir as estações.
    Não joguei Obscure mas pelas screenshots parece um jogo bonito visualmente até hoje.Uma coisa intrigante no gameplay é que se todos os personagens tem uma característica relevante e só termina quando o último morre então a jogabilidade vai ficando cada vez pior ao perder personagens.

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  1. Pingback: Ed.Nº 129 – Condemned: Criminal Origins | Blog MarvoxBrasil

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