Ed.Nº 115 – Lara Croft and the Temple of Osiris

AnaliseFaaala gamers do Brasil! Chegamos na edição 115 do Blog MarvoxBrasil, e o assunto desta análise é sobre a continuação da aventura da Lara Croft em cenários isométricos, também conhecidos como padrão 2.5D ou ainda “3D achatado”. Em 2010 a Crystal Dynamics havia lançado Guardian of Light no PC, PS3 e Xbox 360, e a softhouse tinha anunciado a vinda da sequência logo após o lançamento do Tomb Raider 2013, o reboot.

Cheguei a conhecer “Guardian of Light” em 2012, gostei bastante dele porque além de deixar o jogador terminar sozinho, ainda dá a oportunidade de chamar alguém para ajudar e terminar junto, já que nessas histórias paralelas a Lara Croft sempre está em companhia de algum outro personagem.

“Lara Croft and the Temple of Osiris” foi lançado no dia 9 de dezembro de 2014 e encontra-se disponível para o PC (que é a análise tratada nesta edição), e simultaneamente para o PS4 e Xbox One. E desta vez, quatro pessoas podem jogar! Já que a Lara Croft recebe ajuda de um parceiro de expedições, e ainda dois deuses egípcios que aparecem para tanto ajudar como serem ajudados pela arqueóloga. Acompanhem a edição 115 para conhecermos mais sobre esta criação da Crystal Dynamics, publicado pela Square Enix, antes da vinda de “Rise of the Tomb Raider”.

Ed115MVX-LaraCroftTOs“O passado é passado”, disse a Lara Croft

Quem acompanhou a chegada da geração 32-bits, assim como a transição do cartucho para o CD, também acompanhou o nascimento de franquias que parecia que só os consoles com jogos em CD poderiam dispor, e Tomb Raider foi uma dessas franquias. Antigamente, as histórias da Lara Croft eram desenvolvidas pela Core Design e sempre publicadas pela Eidos. Hoje em dia temos Lara nas mãos da Crystal Dynamics sob o respaldo da Square Enix.

O fato é que Tomb Raider em seu início participou ativamente da geração PlayStation, sempre com novas modelos que encorpavam a personagem durante os anos que se seguiram desde 1996 até o último jogo dessa linhagem inicial que aconteceu em 2003 com o obscuro “The Angel of Darkness”, e hiatos começaram a tomar parte da franquia. A partir de 2006 vem a geração Tomb Raider pela Crystal Dinamics na jogada com “Legends”, “Anniversary” que foi feito para comemorar os 10 anos da franquia e “Underworld”.

Passou 2009, 2010 e cadê um jogo novo da Lara Croft que pudéssemos controlar a garota em cenários tridimensionais como fazíamos no PC, Sega Saturn, PlayStation e os consoles que vieram depois? Lara Croft morreu?

De repente apareceu a notícia, “Crystal Dynamics prepara reboot de Tomb Raider”. Uau! Um reboot e vão pegar a história e recontar talvez de um jeito que na época do primeiro lançamento não dava para contar ou os desenvolvedores não haviam pensado. Finalmente o reboot apareceu em 2013, o Tomb Raider 2013, com a Lara Croft remodelada, mostrando suas fraquezas, sua sede de conhecimento e sobrevivência, ocorreu a partir daí uma reintrodução da personagem na cabeça dos gamers. Fantástico!

Nesse meio tempo durante o desenvolvimento do reboot, a Crystal Dynamics resolveu entregar para os jogadores algo para tentar acalmar os ânimos e construiu uma história paralela, onde diferente da mecânica de sobrevivência que vemos no reboot, essa história paralela troca o fator survival por puzzles. Então, o jogador ganha uma opção nova para curtir a Lara Croft com outra pegada. Essa brincadeira de fazer a Lara Croft andar por cenários isométricos, ou 2.5D que é a mesma coisa, surgiu de forma exclusiva para o Game Boy Advance, houve então por parte da Crystal e Square Enix uma repescagem de ideias, só que agora podemos jogar esse tipo de desafio no PC e nos consoles de mesa, sem contar que além da história principal que o jogo traz, a Crystal Dynamics tem carta branca para brincar com qualquer coisa que eles já criaram no passado.

Por exemplo, a franquia “Kane & Lynch” que é cheia de ação com uma dupla sem papas na língua e que fala palavrão o tempo todo, depois que você termina “Guardian of Light”, fica aquela coisa de – e agora o que eu faço? Um dos conteúdos adicionais (DLCs) recoloca os personagens Kane e Lynch no lugar da Lara Croft e o guerreiro Maia. E não é só uma troca de skins, os personagens possuem dublagem e textos próprios – seria então “Kane and the Lynch of Light”.

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E aqueles que sentem saudades da franquia “Legacy of Kain”, existe também uma DLC que insere Raziel e Kain, e numa dessa surge a pergunta – vai rolar reboot também? O que sabemos por enquanto é, em outubro do ano que vem, em 2016, a franquia Tomb Raider completará 20 anos e está contado a vinda de “Rise of the Tomb Raider”, por enquanto, exclusivo do Xbox One.

O que a Crystal Dynamics não esperava é que essas aventuras paralelas da Lara Croft cairia no gosto do público, e a aventura de 2010, Guardian of Light, vendeu 1 milhão de cópias em cada plataforma lançada, PC, PS3 e Xbox 360. Mas essa parte dos números de vendas é apenas informação, o que importa mesmo é entendermos que o spin-off ganhou identidade própria e deixou de ser “um petisco” para o jogador curtir enquanto espera pelo jogo principal, agora cabe a softhouse cuidar do Tomb Raider e das aventuras de “Lara Croft and the… alguma coisa”.

E vamos para o Egito.

Templo de Osíris

Estamos em pleno Egito, Lara Croft e Carter Bell estão em uma corrida arqueológica para ver quem consegue carregar mais relíquias dentro dos bolsos. Entre uma escavação e outra pelas areias quentes e algumas faixas de múmias grudadas entre os dedos, o deus Seth aparece para resolver acabar com a brincadeira da dupla. O Santuário de Osíris é um lugar lindo, com pirâmides e tumbas com tesouros que fariam o Tio Patinhas sentir que falta ainda alguma coisa para ser mais rico do que já é. No centro do Santuário, existe uma enorme estátua do deus Osíris e nesse momento existe uma briga antiga de família.

Seth com uma só rajada destrói em vários pedaços a estátua de Osíris, e nisso aparecem os parentes, Hórus e Ísis que pedem ajuda de Lara Croft e Carter Bell para juntar novamente todos os caquinhos de estátua e conseguir assim, derrotar a maldição de Seth que caiu sobre o Santuário de Osíris.

Pela história, a Crystal Dynamics trouxe informações interessantes sem se aprofundar tanto correndo o risco de se perder com as História do Egito Antigo.

Osíris foi um deus bondoso que ensinava o povo a cuidar da terra e das plantas, era casado com Ísis e pai de Hórus. Seth por sua vez é o irmão de Osíris e sempre rolou desavenças porque Osíris era bom e Seth não queria nem saber – Lara Croft é a nova convidada do programa Casos de Família.

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Hórus e Ísis, Lara Croft e Carter Bell, o quarteto com propostas diferentes mas um só objetivo, derrotar Seth.

Deixamos de lado esse fato família egípcia, o que importa mesmo é que os pedaços de Osíris estão muito bem guardados por 4 divindades comandadas pelo vilão principal. São elas: Khepri – o escaravelho, Sobek – o crocodilo, Apep – a serpente, e Pharaoh – o filho do deus Rá. E para o jogador compreender o enredo, todos os textos e menus podem ser alterados para o idioma português.

Menos loadings, mapa maior

“Guardian of Light” tinha uma mecânica muito arcade, e como a história pegava América Central e ambiente Maia, ao terminar uma fase o jogo dava a oportunidade de reiniciar a partida para conseguir fazer melhor, terminar em menos tempo, explorar mais para achar objetos que passou despercebido em algum momento, e cada fase pareciam localidades muito separadas, mesmo sabendo que a Lara Croft estava no mesmo lugar, o que acarretava mais loadings entre uma fase e outra.

Em “Temple of Osiris” isso não acontece, somos colocados em um enorme mapa, onde o ponto central que está a estátua de Osíris (destruída) interliga de forma meio aberta todas as pirâmides e tumbas que o jogador precisará seguir para dar andamento no jogo. Isso é muito legal de ver, porque a Crystal Dynamics deu importância em otimizar o tempo do jogador, além de incrementar ainda mais o visual, e ajustar mecânicas que ocorriam certos erros na versão anterior.

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Sobre o mapa ser meio aberto, o jogador conseguirá entrar em qualquer pirâmide ou tumba, desde que o clima, Sol e Lua, estejam de acordo com o que a fase pede para que os portões de cada pirâmide sejam abertos. Isso mesmo, as fases funcionam com mudanças climáticas que você terá o direito de controlar com a ajuda da Lara Croft e o relógio de Sol.

Você logo perceberá que no chão, perto da entrada das fases existem placas com o símbolo do Sol, Lua, chuva, e até neve. Neve no Egito. E então vemos que além de passar pela fase durante o dia, ao entrar na mesma pirâmide durante uma nevasca, será possível coletar objetos que por muitas vezes são raros de aparecer e no fim tudo serve de ajuda para o jogador prosseguir até o final da aventura. Para realizar as mudanças climáticas não existem cenas em vídeos, é tudo muito rápido e direto. Quando chegar o momento de mexer no relógio de Sol, você vai entender até onde pode ir a brincadeira neste jogo.

Diamantes, anéis e amuletos

A mecânica durante as fases continua do mesmo jeito que era na aventura anterior, partir do ponto A enquanto pelo meio do caminho Lara coleta diamantes, caveiras vermelhas, resolve quebra-cabeças, entra em confronto com inimigos que aparecem aos montes pela tela, mas não o tempo todo, e no final de fases específicas vem a batalha épica contra as divindades de Seth.

Toda a fase existe uma lista de objetivos que o jogador pode ou não bater, se conseguir cumprir os objetivos ganhará objetos em troca como Ammo Upgrade (aumenta a quantidade de munições), Health Upgrade (aumenta a barra de energia), amuletos e também anéis. Os diamantes coletados seriam como as moedas em Mário ou as argolas em Sonic, só que podemos trocar esses diamantes por objetos que ajudam a Lara Croft ao encontrar pelo caminho arcas que podem ser abertas dependendo da quantidade de diamantes que a Lara dispor naquele momento. Existem arcas de 100, 250, 500 e outras maiores para destrancar e garantir objetos raros. As arcas só garantem amuletos e anéis, enquanto as armas só podem ser coletadas dentro das pirâmides ou nas Tumbas do Desafio.

Pelo corpo, Lara Croft poderá carregar 4 armas, mas existem outras armas que ficam guardadas no inventário e o jogador pode equipar a personagem a qualquer momento. Os anéis e amuletos dispõem de poderes secundários e trazem mais resistência para Lara, seja aumentando a sua agilidade e até o raio de explosão da famosa granada estratégica que a arqueóloga pode implantar no chão, a todo momento para eliminar certo número de inimigos que tentam embolar em cima da personagem.

Tanto as armas como os anéis e amuletos podem ser encontradas durante os desafios dentro e fora das fases, assim como nas tumbas. Portanto, caberá uma boa paciência de exploração para conseguir destravar de tudo um pouco para facilitar sua vida durante a aventura.

A atualização mais interessante, nessa questão da jogabilidade por volta do desafio, foi ver que a Crystal Dynamics tirou a lança e substituiu pelo cetro mágico de Ísis, até para casar com o enredo, e que funciona como arma secundária sem tomar espaço dos slots de armas que o jogador pode equipar a Lara, ou seja, no fim podemos carregar 5 armas, coisa que não acontecia no “Guardian of Light”.

O cetro de Ísis é muito valioso para armar estratégias quando necessário, porque ao invés de atirar e gastar suas munições em vasos e objetos para coletar diamantes, pode usar e abusar à vontade da energia do cetro e causar aquela bagunça no cenário, e se algum inimigo aparecer é só usar o raio em cima dele.

Se pudéssemos definir a mecânica de “Temple of Osiris” com uma só palavra, dinâmico seria até que bem plausível. Porque diferente do que acontecia na versão anterior, onde cada fase tinha seu próprio loading e seu próprio mapa, nesta nova versão o jogador precisará percorrer em apenas um ponto central que interliga todas as tumbas e pirâmides onde acontecem as fases, e o melhor é que quase não existem loadings.

Com menos loadings na vida do jogador, isso torna tudo bem mais rápido e menos cansativo. As cenas em vídeo estão bem trabalhadas, todos os puzzles são novos deixando de lado aquela coisa de “ah esse eu já vi”, os desenvolvedores deram uma turbinada no visual, mas deram pouca atenção aos traços feitos à mão onde aparecem páginas de história em quadrinhos, nesse ponto Guardian of Light chegava até a tirar de letra, mas até aí isso é apenas um detalhe, os dois jogos funcionam muito bem.

Tirando no papel quem vai ser quem

O modo cooperativo continua e desta vez, 4 pessoas podem jogar o modo história. Isso é necessário para terminar o jogo? Não, mas existem desafios e até conquistas que só serão desbloqueadas ao jogar assim, em conjunto.

Cada jogador poderá escolher se quer jogar com a Lara, Bell, Hórus ou a Ísis e todo mundo se diverte e se ajuda perante os desafios das pirâmides. Para juntar mais pessoas na partida ficou bem mais fácil, logo no menu principal já ficam disponíveis quatro espaços, basta deixar a partida aberta para que as pessoas possam juntar-se ao seu jogo ou coloque a partida fechada, e convide seus amigos.

Fique tranquilo porque depois que você inicia a partida, sozinho ou sozinha, ninguém poderá dar uma de bicão e invadir o seu jogo, isso não acontece, a oportunidade de entrar no modo multiplayer só acontece enquanto o jogador estiver no menu principal. “Temple of Osiris” no PC possui 40 conquistas e mesmo com uma boa exploração durante as fases é capaz terminar a história em torno de 9 horas.

E se quiser incrementar ainda mais o tempo de jogo, “Temple of Osiris” conta com 5 conteúdos adicionais. Dois deles são pirâmides que não aparecem na história normal para realçar a sua experiência perante os desafios, já os conteúdos restantes são mais trocas de roupas, nessa a Crystal Dynamics não foi tão criativa quanto na versão anterior em 2010, quando inseriu personagens que ela mesma, a softhouse criou. Confira:

Deus Ex Pack / Hitman Pack / Legend Pack – Todos os personagens jogáveis usam roupas do figurino de Deus Ex Human Revolution, Hitman e Tomb Raider Legends (com direito a pistola dourada).

Icy Death Pack – A revanche contra Sobek, o crocodilo pode acontecer neste ambiente congelado em meio ao deserto.

Twisted Gears Pack – O mais interessante deles, dentro desta tumba existem alguns puzzles do primeiro Tomb Raider, lá de 1996 que foram selecionados à dedo pelos desenvolvedores e estão reconstruídos em Temple of Osiris. O primeiro Tomb Raider tinha como tema o Egito também, então podemos dizer que os desenvolvedores foram espertos em lembrar disso para inserir este conteúdo.

Viaje para o Egito na companhia da Lara Croft e de brinde mexa no relógio de Sol

Alterar o clima antes de entrar em cada pirâmide e coletar os pedaços do deus Osíris para no final montar o “Osíris-zord” é uma tarefa bastante divertida, temos a possibilidade de jogar em conjunto com mais pessoas, a jogabilidade está bem mais rápida e a luta contra os chefões ficou mais estratégica e menos atira-atira e pronto matou, como acontecia no anterior.

Vale reconhecer um respeito por parte da Crystal Dynamics para com os jogadores em manter intactas e atualizar certas mecânicas, como o pulo, as corridas, os saltos e piruetas para esquivar dos ataques dos inimigos e ajuste da mira. Tinha o fato da Lara Croft saltar de uma plataforma para outra e por um toque a mais cair do nada, essa falha não acontece em Temple of Osiris, já que no menor descuido ao cair sem querer, Lara tem uma mão de segurança onde ela automaticamente segura na borda dos pilares, colunas e plataformas, isso se a personagem cair rente a plataforma, na maior parte depende muito da habilidade do jogador.

Trilha sonora premiada

Em fevereiro de 2015 aconteceu mais uma edição D.I.C.E. Awards, o evento independente que tem como objetivo premiar games em várias categorias (criação, história, design, etc), e na edição 2015, a trilha sonora do Temple of Osiris foi nomeada como “Outstanding Achievement in Original Music Composition” ao lado de Destiny e Far Cry 4. Quem compôs as músicas foi Wilbert Roget, que está também trabalhando na trilha sonora do “Dead Island 2”. A página oficial do compositor, você confere aqui e poderá ouvir todas as faixas existentes em Temple of Osiris, ou clique aqui para ler o documento com a lista dos nomeados na “D.I.C.E. Awards 2015”.

Mais Egito, porque o Egito é o agito

Quando cenários egípcios tomam conta dos games os criadores de jogos pintam e bordam em qualquer geração, deve dar o maior trabalho, porque sempre existe um cuidado quanto aos detalhes no ambiente e por vezes também na história.

E mesmo quando não há contexto algum com o enredo, não se pode negar, o que pega é a dificuldade nesses estágios que trazem sempre areia movediça, precipícios, blocos que desabam sob a cabeça, espetos, enfim armadilhas não faltam. Momentos como a pirâmide no jogo “QuackShot” do Mega Drive, com escadas que sempre existia um círculo de fogo e o jogador tinha que fazer o Pato Donald passar no meio, ou “Super Mario 64” em “Shifting Sand Land” que não dá nem para chegar perto da pirâmide central que o Mário já é morto instantaneamente. E até histórias que misturam Egito com aliens, como é o caso de dois jogos que eu indicarei, para quem preferir um jogo mais puxado na questão da dificuldade também podem aproveitar.

1) PowerSlave – lançado em 1997, época do PC com MS-DOS e tem versão para PSX também, aqui no Blog tem análise dele, e vocês podem conferir ao clicar aqui.

2) Serious Sam 3: BFE – lançado em 2011, este já tem para PC, PS3 e X360, os jogos da franquia Serious Sam nasceram no PC em 2001 e sempre foi um jogo que “você morre logo que aperta o Start”, quero dizer, é bem difícil mesmo e ótimo para aprimorar sua experiência no meio de tantas armadilhas e surpresas. Nesta última versão, ela conta sobre a origem do personagem Serious Sam, se passa no Egito, e todos os inimigos das versões anteriores estão de volta e remodelados, as fases são cheias de pequenos segredos ao estilo dos Shooters dos anos 90. Quanto ao visual, o ponto forte está nos detalhes bem ricos dentro das pirâmides, as estátuas dos faraós, dá para se sentir dentro das localidades do jogo, é bem imersivo e com direito a tradução de hieróglifos.

E a edição 115 fica por aqui, se você não jogou Lara Croft and the Guardian of Light acesse a edição 96. Abaixo, confira a nossa galeria com imagens capturadas durante o gameplay de “Lara Croft and the Temple of Osiris”, joguem e quem sabe nos encontramos para terminar este jogo juntos. Até a próxima! •

Sobre Marvox

Formado em Comunicação Social: Propaganda e Marketing, fundador e autor do Blog MarvoxBrasil. Criador da série Start Again no Youtube. Desde 2015 faz parte da equipe do Canal Jornada Gamer. Minha maior paixão, saber que consigo ajudar pessoas a terminar mais jogos. Essa conquista não tem preço!

Publicado em 24 de junho de 2015, em Análises, PC, PS4, Xbox One e marcado como , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 4 Comentários.

  1. Fala Cadu, que bom que você gostou!
    Sobre a sua dúvida, pelo Steam diz que tem cooperação online e cooperação local acredito que numa dessa tanto no Xbox One ou no PS4 pode rolar esse lance de 2 local e 2 online. O Guardian of Light também dá essa opção da cooperação local.
    kkk o Quackshot, teve uns momentos que me fez lembrar dele, no Temple of Osiris é cheio de blocos de concreto com desenhos, sabe quando você bate o olho e uma imagem leva a outra, foi bem isso e faz acho que uns 4 anos pra mais, que não pego o Quackshot para jogar de novo rsrs, tem coisa que fica na cabeça e não sai mais.
    Valeu Cadu!

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  2. Cara, ótimo review! Até me deixou com vontade de conhecer o jogo. Não cheguei nem a ver nada do Temple of Osiris, mas cheguei a jogar a demo e até peguei o Guardian of Light no PS3. Entrou naquela lista de jogos que vc tem interesse em jogar e nunca lembra deles, sabe? Pq tem uma dúzia de outros que vc quer também e inclui uma penca de pecados gamísticos! kkkk
    Sobre a história, que Casos de Família mesmo, hein? E eu achando que tinham dado um jeito no Seth no Street Fighter IV, mas pelo visto ele voltou. OK, esta foi horrível.
    Legal a ausência de loadings, isso costuma ser muito cansativo mesmo e as vezes até tira o interesse de alguns jogadores, não que seja meu caso. Eu só resmungo e continuo! hehe
    Fiquei com uma dúvida: é possível jogar com multiplayer local junto com online? Por exemplo dois num pc/console e outros dois cada um em um pc/console diferente? Isso é bem bacana! Vai acabar virando um jogo que vou querer jogar quando tiver um PS4, caso seja possível… rs
    Lembrar de QuackShot e as escadas com círculo de fogo me fez ter uma nostalgia lascada aqui.
    Novamente, ótimo post!

    Curtir

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