Ed.Nº 75 – Super Street Fighter IV: 3D Edition – Do hardcore ao mirim, pancadaria para todos!

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Faaala gamers do Brasil! Você lembra a primeira vez que jogou Street Fighter? Foi no vídeogame ou no Fliperama que você conseguiu soltar o primeiro Hadouken? A edição 75 do Blog MarvoxBrasil traz de volta o BCP, que compartilhará um pouco mais sobre o  universo do 3DS, atual vídeogame portátil da fabricante Nintendo. Desta vez, vamos curtir as curiosidades em cima do game Super Street Fighter IV: 3D Edition.

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Com a chegada do 3DS, foi lançado Super Street Fighter IV 3D Edition. O jogo foi um dos títulos de lançamento do console, portanto, os que se aventuraram a comprar o portátil logo quando lançado, ficaram basicamente presos ao Street Fighter e à meia dúzia de jogos. Não que isso seja ruim. Aliás, a Capcom teve o cuidado de fazer uma conversão muito competente no que se diz respeito a gráficos e jogabilidade. Aí que entra o mérito da questão: Como tornar Street Fighter jogável num portátil onde há poucos botões?

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Como tornar Street Fighter jogável num portátil onda há poucos botões?

Quem joga Super Street Fighter IV nos consoles de mesa e usa os controles nativos dos aparelhos reconhece que falta alguma coisa, imagine então no 3DS que tem 2 botões a menos em relação ao XBOX-360 e PS3? Pensando nisso a Capcom resolveu facilitar as coisas para os jogadores e criou um sistema de ‘atalhos’ utilizando o touch-screen do 3DS.

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O sistema de atalho é totalmente personalizável e não requer comandos básicos dos movimentos. Basta clicar e o Super/Ultra Combo ou qualquer outro movimento será realizado. Seria bom, se não fosse exagerado. Os atalhos não foram restritos apenas ao touch screen, mas aos botões também. Imagina lutar contra um Guile que não precisa segurar pra trás para desferir um Sonic Boom ou segurar para baixo pra realizar um famoso “facão”. A foto abaixo ilustra bem o sistema de atalhos:

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Os botões coloridos da tela debaixo com os números 1, 2, 3 e 4. São comandos executados apenas com o pressionar da tela. Apesar disso, não restringe o jogador a tela de toque, é possível configurar comando inteiros nos botões X, Y, A, B.

Difícil imaginar um Blanka dando a famosa bolinha com um botão só? A gif que fiz abaixo pode ajudar:

Zangief também se dá bem, não é preciso mais girar o direcional duas vezes com três botões de soco. O botão X, sozinho faz todo o trabalho:

E por fim, Dudley fazendo um combo de 14 hits utilizando uma mãos só:

Visão Geral

Super Street Fighter IV 3D Edition ficou muito fiel às outras versões, com pequenos cortes de efeitos e falta de animação dos cenários, mas tudo é facilmente superável. O efeito 3D é muito bonito, mas convenhamos que o jogador que deseja jogar de forma competitiva, não ficará com ele ligado. O movimento das mãos acaba atrapalhando a jogabilidade.

A Capcom que não é uma empresa muito fã de dar presentes, é até generosa com a versão 3DS de Street Fighter. Primeiro o jogo conta com um manual de instruções recheado, com todos os golpes de cada um dos 35 personagens. Além disso, as roupas alternativas, que são vendidas separadamente nas versões console, vêm totalmente gratuitas!

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O jogo também conta com partidas online e ‘download and play’ que é um sistema em que dois jogadores podem jogar presencialmente mesmo tendo apenas uma cópia jogo.

Por mais que tenha sido com a melhor das intenções, os atalhos tornaram o jogo um pouco desleal, e com características bem próprias. Impossível de se comparar com as versões de console de mesa. Claro que tudo é uma questão de costume e dá mesma maneira que os jogadores tiram proveito do touch screen, você também pode tirar e com isso equilibrar as partidas.

Publicado em 15 de fevereiro de 2013, em 3DS, Análises e marcado como , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

  1. Esse lance de simplificar golpes é interessante pelo ponto de vista onde temos gamers que nunca se aventuraram em games de luta, é uma porta de entrada, mas eu prefiro o modo “treinar para não esquecer”. Lembro que pegava as Revistas Ação Games e Super Game Power e ficava testando golpe por golpe com cada lutador, não esqueço até hoje como fazer os golpes em Street Fighter e Mortal Kombat.

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  2. Vixi, primeira vez foi num fliperama de buteco, Street Fighter II, lembro que peguei o Blanka😀

    Pior que esse lance de atalho e simplificação excessiva tá virando prática da Capcom, vide Tatsunoko Vs Capcom e Marvel Vs Capcom 3. E pensar que anos atrás eles haviam dado uma solução tão “elegante” na Super Street Fighter II Turbo de GBA.

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  3. Já tinha visto matérias sobre SF4, mas uma que focasse a jogabilidade do 3DS, NUNCA! Vendo isso, eu fico pensando. Eu me lembro que quando joguei SFII em 91, o jogo tinha acabado de ser lançado no SNES e eu não sabia porra nenhuma de golpes especiais. Eu tive que aprender lendo SuperGamePower, Ação Games e por aê vai, até aprender. É tão legal você tirar o golpe especial, Hadouken, Tiger e demais outros no dedo pela combinação de botões. E hoje vejo isso de macro, onde com 1 botão você já lança a magia. Poxa, e a diversão de você aprender na raça a dar aquele golpe? A existência disso é que a galera jovem nem sequer vai saber o que é “meia-lua+soco forte”. Parabéns pela matéria BCP, os gifs com você jogando ficaram ótimos.

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