Arquivo mensal: maio 2010

Ed.Nº 44 – Tributo ao F.P.S Parte 6: Quake

Continuamos com o Tributo ao F.P.S, e faço uma pergunta: Você tem medo do escuro? Quando você vê filmes com criaturas macabras e depois ao dormir fica o tempo todo olhando para a porta. A mente do ser-humano é muito fértil. E o que dizer da mente de quatro integrantes da id Software? Eu falo de John Romero, John Carmack, Tim Willits e American McGee. Eles são o cérebro de Quake, o jogo mais gótico já lançado para PC em uma época que as pessoas estavam mudando para o Windows 95 e trocando seus 486 por 586 ou mais tarde Pentium e Pentium MMX. Você já teve ou ouviu falar de algum desses computadores? Acredito que sim. Nesta edição você verá a confusão que aconteceu para que Quake fosse lançado. Intrigas, idéias diferentes e quase que veríamos o jogo levar o mérito da categoria RPG. O que, Quake RPG? Sim, caro internauta. Sugiro pegar seu machado, estilo Golden Axe e segurar firme porque temos que detonar Shub-Niggurath o vilão mais estranho que já apareceu em um jogo de tiro. Espero que vocês gostem e se ouvir algum barulho estranho, acendam a luz.        ®Marvox

Jogo: Quake
Quem criou? Id Software
Quem Distribuiu? GT Interactive
Quem Desenhou? John Romero (líder), American Mcgee (American McGee’s Alice), San Petersen (criou 17 fases de DOOM 2), Tim Willits (O Cara por trás de Rage – Xbox360)
Quem Programou? John Carmack
Ano de lançamento? 1996 ♣Nuke

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Hoje é Dia de Festa – 1 Ano do Blog

Antes de iniciar essa festa, gostaria de informar a todos a novidade do Blog MarvoxBrasil. O Gamer House.

Eu acredito que seja, pois procurei para saber, o primeiro HD Virtual brasileiro onde tudo funciona. Alí na coluna ao lado você pode reparar duas novas partes: Loading do Mês e Gamer House (Aguarde). No Loading do Mês você verá a imagem do jogo que estará disponível neste HD Virtual. O interessado poderá acessar a imagem na parte do Gamer House e fazer o download para jogar em seu computador. Acredito que até Junho o HD-Virtual já esteja funcionando com força total. Lembrando que a idéia não é incentivar pirataria, longe disso, mas o jogo do mês ficará em um prazo de 1 mês. Sendo assim aguardem novas informações. Além do Gamer House, teremos muitas novidades que ainda não posso revelar (aaaah seu chato!), assim que ficarem prontas, vocês vão saber. Para isso, sigam o blog no Twitter e coloquem o email de vocês para receber as matérias a cada atualização. E vamos para a festa!!!

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Ed.Nº 43 – Tributo ao F.P.S – Parte 5: Heretic

Há alguns dias atrás, soube que um novo DOOM está prestes a ser lançado e que utilizará o mesmo visual que Rage. Até aí sem problemas, afinal o jogo para Xbox360 é muito bonito, mas, sendo DOOM, a menina dos olhos da Id Software, com certeza será dado um tratamento especial e único para deixar a quarta geração do jogo mais famoso da história dos games, impecável. Enquanto “DOOM 4” não aparece e, muitos jogos de Xbox360 não saem para PC, o Tributo ao F.P.S chega ao seu 5º episódio. Desta vez joguei Heretic Shadow of the Serpent Riders, e nesta edição, você verá imagens do jogo, comentários e porque usar a engine DOOMSDAY é tão importante. Então, pegue o seu livro de magias e embarque no universo místico deste que é, um dos jogos mais undergrounds já feitos pela Id Software, ao lado de Hexen. Curtam a edição 43 e até a próxima.

Heretic poderia ter saído com o título de estratégia, ou RPG se não fosse pelo peso da idéia de um jogo de tiro em primeira pessoa. Após um ano depois em que DOOM foi lançado e todos que tinham PC na época passavam horas descobrindo passagens secretas e estourando os miolos dos Cães-Demônios, a Id Software em união com a Raven Software partiram para um universo místico e cheio de magias, castelos, gárgulas que atiram bolas de fogo e cenários que mais lembrava um passeio pelo universo de Dungeons & Dragons. Primeiro o jogo exibia apenas o simples nome, Heretic. Depois foi inserido um subtítulo, Shadow of the Serpent Riders e assim ganhou um episódio novo para complementar a história. Fato que também aconteceu com DOOM e The Ultimate DOOM que ganhou um quarto episódio para complementar a idéia do primeiro. Em Heretic você encarna um mago que precisa acabar com o exército das Serpentes para assim recuperar a paz do reino. Aqui ao invés de shotguns e metralhadoras, as armas são cetros mágicos, bestas com flechas fumegantes e uma porrada de objetos especiais para você incrementar a matança deste fantástico jogo. As criaturas eram um show a parte, primeiro porque foi a primeira vez que inimigos voadores faziam participação em um jogo de tiro. E para dificultar mais ainda a novidade da época, os botões page down e page up do teclado ganharam uma utilidade, a de levantar e abaixar a visão do personagem para atirar em inimigos que estavam em partes mais altas do cenário. Apesar de tudo isso, Heretic é um jogo bem difícil e na época não rodava em qualquer computador porque em certas fases apareciam inimigos demais em uma mesma câmara e isso causava certos travamentos durante a partida. O mais legal de Heretic é que a Raven Software fez o jogo ficar o mais longe possível de uma comparação com DOOM devido aos cenários abertos, então o jogador não tinha a sensação de caminhar por corredores fechados. A única falha foi o ano de lançamento do jogo, 1994. Enquanto Heretic saía, DOOM 2 também era lançado na época, e assim ocorreu uma competição de dois jogos desenvolvidos pela Id Software. As pessoas ficavam na dúvida sobre qual jogar, Heretic ou DOOM 2 e dessa forma esse é o motivo por Heretic ser lembrado por poucos jogadores. Normalmente as pessoas lembram mais de Hexen pelo fato do jogo ter sido lançado em 1995, ano em que muitos estavam trocando o sistema operacional, Windows 3.11 para Windows 95.

Título: Heretic Shadow of the Serpent Riders
Plataforma: PC
Lançamento: 1994
Quem fez? Raven Software
Quem publicou? Id Software
Quem distribuiu? GT Interactive
Estilo: Dungeon & Dragon versão F.P.S
Gênero: Ação e Aventura
Joga-se com: Teclado e Mouse

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Ed.Nº 42 – Tributo ao F.P.S – Parte 4: PowerSlave (Exhumed)

Quando eu era adolescente comprava todo tipo de revista sobre games. Ação Games, Super Game Power, Nintendo World, Videogame, CD Expert, SENHA.

Escrever ou fazer parte de uma redação em uma dessas revistas era um dos meus maiores sonhos. O tempo passou e a minha vida profissional tomou rumos totalmente diferente, mas sem esquecer jamais de uma das diversões que eu mais gosto, jogar Videogame.

Hoje eu tenho o MarvoxBrasil onde gosto de colocar sempre uma novidade ou uma nostalgia. Por isso pessoal, que eu procuro inovar a cada momento. Claro que tenho que cuidar da minha vida e do meu trabalho, mas este blog é o meu refúgio, onde procuro compartilhar detalhes, dos mais mínimos aos mais óbvios. O universo do entretenimento é maravilhoso e com ele podemos aprender muitas coisas.

Curtam agora um blog com menos papo-furado e mais conteúdo. Aproveitem, pois a qualquer momento posso pensar em mudar novamente. Por isso gostaria que vocês deixassem a sua opinião, e por enquanto, vem curtir a Edição 42, com mais uma parte do Tributo ao F.P.S dos anos 90.

®Marvox

A engine de um game é o motor gráfico, ou seja, o visual. E quando falamos nisso, atualmente, lembramos de alguns exemplos. Source (Half-Life 2), CryEngine (Crysis) ou Unreal Engine utilizada em vários jogos que encontramos hoje.

Só que, em 1996 a engine mais famosa chamava-se “Build”, um nome bem simples, mas que foi utilizada em vários jogos da época quando o PC começava a se desenvolver de forma popular, por exemplo, Duke Nukem 3D, Witchaven, Blood e a franquia completa de Redneck Rampage. O game que falaremos hoje é:

Título: PowerSlave Exhumed
Plataforma: PC (mas o jogo existe para Sega Saturn e Playstation)
Lançamento: 1996
Quem fez? Lobotomy
Quem ajudou a distribuir? Toy Playmates
Estilo: Uma mistura entre Indiana Jones e Rambo.
Gênero: Ação e muita violência.
Joga-se com: só teclado

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