Ed.Nº 78 – S.T.A.L.K.E.R – A Trilogia de um Desastre [Parte 2]

Ed78STKCSFaaala gamers do Brasil! Na edição passada, a de número 77, iniciou-se a série STALKER: A Trilogia de um Desastre, onde falei da versão Shadow of Chernobyl lançada em 2007 pela softhouse ucraniana GSC Game World e publicada pela THQ (fechada em 2013 após um enorme prejuízo). Em 2008, a softhouse GSC Game World trouxe a continuação – STALKER: Clear Sky, que foi publicada pela Deep Silver, que também publicou: Dead Island, o novíssimo Dead Island: Riptide, Cursed Mountain, Catherine e até Saints Row IV. Venham conferir a edição 78, que traz STALKER: Clear Sky, na segunda parte de STALKER – A Trilogia de um Desastre.

STKCSCapaNão é de hoje que os jogos produzidos por softhouses russas/ucranianas aparecem nos vídeogames e nos computadores. O mais famoso que conhecemos talvez seja mesmo o Metro 2033. Mas existem muitos outros jogos como, por exemplo: Death to Spies, You Are Empty(meu favorito) e o próprio STALKER. Podemos citar algumas softhouses, 4A Games, 1C Company e GSC Game World que são carregadas muitas vezes pela marca da THQ. Agora, o que podemos esperar dos jogos criados por esses estúdios russos/ucranianos? História profunda, cuidado com a jogabilidade e muitas vezes surpresas inesquecíveis no que diz respeito a experiência de jogar. E com isso temos o mais legal de STALKER que é, a mistura entre FPS com RPG. A primeira vez que ví isso foi no jogo Strife, uma criação de 1994 trazida para os computadores pela Rogue Entertainment e Velocity.

Em STALKER: Shadow of Chernobyl nós começávamos como um mercenário que precisava garimpar trabalho para chegar até o objetivo final que é assassinar Strelok. Durante o jogo tínhamos a necessidade de caminhar em campo aberto, ruas e cidades devastadas por um desastre nuclear histórico que ocorreu em 1986. Para melhorar ainda mais a trajetória da franquia, surge um segundo jogo – Clear Sky, onde puxa o jogador para um clima muito mais pantanoso, com rios e lagos, sem contar as vegetações altas que faz você ficar tenso por não conseguir, às vezes, enxergar o que se passa do outro lado. O objetivo final continua sendo a busca por Strelok, só que de um ponto de vista diferente.

Não podemos esquecer que uma situação assim aconteceu com o primeiro Half-Life, em 1998, criado pela softhouse Valve. No primeiro jogo, você é Gordon Freeman. Não contente com isso, a Valve lançou em 1999 outro lado da história onde você é Adrian Shephard e finalmente em 2001, você termina na pele de Barney Calhoun.

De volta em STALKER, acontece a mesma coisa, a trilogia é feita para você entender por completo todo o enredo do jogo, cada versão com uma visão única e todas elas ocorrem na mesma época. Tudo começa quando um grupo de pesquisadores tenta chegar na “Zona”, o epicentro da explosão de Chernobyl. Os cientistas são levados por um guia que encontram uma área devastada. De repente uma alcatéia enorme vem na direção do grupo. O guia, munido com uma AK-47 começa a atirar desesperadamente, mas são muitos e não tem como dar conta de todos. Nisso, dá a entender que todos morreram, mas o guia é resgatado e levado para um acampamento no meio do pântano, esse guia é você, que está deitado em uma cama e ao acordar precisa a todo custo procurar Strelok.

O cuidado utilizado na criação desta versão lançada em 2008 é gritante comparado com a primeira versão de 2007. E vemos claramente que a softhouse começou a apostar no sucesso do jogo a partir daqui. Uma versão bem mais leve, com um visual mais detalhado e missões não tão confusas assim como víamos no primeiro, sem tirar o mérito da versão inicial. O jogo continua bastante adulto e com uma jogabilidade impecável. Nas imagens abaixo, entenda um pouco mais sobre Clear Sky:

STKCS001 STKCS002 STKCS003 STKCS004 STKCS005 STKCS006 STKCS007 STKCS008 STKCS009 STKCS010 STKCS011 STKCS012 STKCS013 STKCS014 STKCS015 STKCS016 STKCS017 STKCS018STALKER é um jogo exclusivo para o PC que mistura Ação e RPG além de retratar um acontecimento trágico que ocorreu há 27 anos atrás na Ucrânia, na cidade de Chernobil. Na próxima edição, irei mostrar a terceira e última versão, onde finalmente iremos para a cidade fantasma de Pripyat. Até a próxima!

Você não leu a Edição nº 77? Acesse para conhecer: STALKER – A Trilogia de um Desastre Parte 1.

O Blog MarvoxBrasil completa 4 anos em maio. Você consegue encontrar o Blog MarvoxBrasil no Facebook, no Twitter e assista também aos vídeos do Canal MarvoxBrasil, no Youtube com detonados de jogos retrôs e muitos outros conteúdos.

Ed.Nº 77 – S.T.A.L.K.E.R – A Trilogia de um Desastre [Parte 1]

MvXEd77Faaala gamers do Brasil! Prepare sua mochila, vista roupas confortáveis e quentes, porque voltaremos para Chernobyl, que em 1986 sofreu um dos desastres nucleares mais históricos do planeta, são 27 anos desde o ocorrido e iremos juntos passear pela região através do game Stalker. Uma produção da softhouse GSC Game World e publicado pela THQ. Em três edições, mostrarei todos os 3 jogos existentes lançados em 2007, 2008 e por fim, o último em 2010. Se você gosta de RPG com muita ação, então você encontrou o jogo perfeito, adulto e com muitos desafios para você perder o fôlego de verdade. Nossa primeira parada nesta aventura começa agora, na edição 77 do Blog MarvoxBrasil com, Stalker: Shadow of Chernobyl.

STKCHSCapa77

Você sabe o que é um Desastre Nuclear?

A radiação faz com que a água fique contaminada, imprópria para consumo. Faz com que o sólo fique fraco para plantio, árvores e plantas morrem ou nem sequer conseguem nascer. E animais acabam por ficar sem ter o que comer, onde muitas vezes chegam a sofrer mudanças no organismo, o que ocorre algumas deformações, tanto nos animais quanto nas pessoas que vivem ou viveram no local.

Os acidentes nucleares acontecem aos montes ao redor do planeta, mas alguns acabam tornando-se histórias curiosas, como é o caso de Chernobyl, na Ucrânia. No ocorrido que completará 27 anos em abril de 2013, o acidente foi tão cruel que na época formou-se uma nuvem enorme de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia, Bielorrúsisia e Rússia. Imaginem vocês, 200 mil pessoas fugiram, e transformou Pripyat, uma cidade próxima de Chernobil, em uma cidade fantasma.

O jogo abordado nesta edição, é uma verdadeira aula de História. Para resumir: Eram 1h23 da madrugada quando o quarto reator da usina de Chernobil, chamado Chernobil-4 sofreu uma catastrófica explosão de vapor que resultou em incêndio, uma série de explosões adicionais e por fim, um derretimento nuclear. A situação é que o desastre chamou a atenção de várias pessoas, denominadas como Stalker.

PRESSAB

S.T.A.L.K.E.R.S, Quem são eles?

Por trás de cada letra que formam a palavra STALKER existe um significado:

S(Scavengers) – Catadores, ou aqueles que vasculham lixo e destroços na intenção de encontrar algo valioso para vender ou para a sobrevivência.
T(Trespassers) – Invasores
A(Adventurers) – Aventureiros
L(Loners) – Solitários
K(Killers) – Assassinos
E(Explorers) – Exploradores
R(Robbers) – Trombadinhas

Tudo isso aconteceu mesmo, após alguns anos do acidente nuclear, pessoas de vários lugares foram até o local com a idéia de pesquisar, e até encontrar algo valioso para vender e para os azarados que não conseguiram sequer achar nada, matavam os exploradores e roubavam os pertences.

A cena, a partir daqui é muito parecida com a corrida do ouro que ocorreu no Amazonas, onde várias pessoas viajaram até a Amazônia porque acreditavam que poderiam achar o pedaço de ouro que preencheria de uma só vez os bolsos. Muitos morreram soterrados, ou perderam-se e nunca mais voltaram e diversas outras situações.

Realidade Alternada

A partir do momento em que essa história completou 20 anos, a softhouse GSC Game World decidiu criar o game STALKER, apenas para computador. É um jogo bastante difícil, adulto e realista.

Tudo começa com um caminhão na estrada, de repente acontece a explosão de Chernobyl e você acorda em um acampamento. Daqueles que ajudaram em seu resgate, sabem apenas que seu único objetivo é pegar alguém chamado Strelok. A partir daí começa a sua aventura por toda a Chernobil e regiões próximas.

As localidades de Chernobil foram fielmente retratadas no jogo, o que faz desta criação primordial para você jogar e conhecer, independente do que você tenha ouvido falar por aí. Vale a pena sim jogar Stalker, mas já tenha em vista que é um jogo demorado onde você precisará participar de trabalhos, dando uma de mercenário para receber suas respostas e aos poucos chegar cada vez mais perto do alvo final. Abaixo, segue as imagens para que você compreenda um pouco mais do jogo.

STALKER: SHADOW OF CHERNOBIL

O jogo mistura o Action-RPG com Tiro em primeira pessoa(FPS), você não vai entrar nas fases e atirar em tudo que se mexer, é preciso ter cuidado ao se aproximar dos NPCs (personagens controlados pelo computador e que você consegue interagir ao conversar). Ao chegar em um acampamento novo, sempre aproxime-se com o binóculo nas mãos, que é a forma mais segura de enxergar a longa distância. Veja as imagens abaixo:

STKCHS001 STKCHS002 STKCHS003 STKCHS004 STKCHS005 STKCHS006 STKCHS007 STKCHS009 STKCHS008 STKCHS010 STKCHS011 STKCHS012 STKCHS013 STKCHS014

Eu, já tinha ouvido falar da franquia STALKER, mas não imaginava que fosse tão intrigante. Se você está cansado de jogos em que o personagem parece ser sempre um super herói e procura um clima mais adulto, pesado e realista, sugiro a você, gamer e leitor do Blog MarvoxBrasil a instalar Stalker: Shadow of Chernobyl. Mês que vem, aguardem para ver o segundo jogo desta franquia, o Clear Sky. Até a próxima!

Ed.Nº 76 – 17 Anos de Duke Nukem 3D e um Detonado Especial para Comemorar!

Ed76-DN3DAEFaaala Gamers do Brasil! A 8ª geração dos vídeogames começou. A Nintendo já lançou o Wii U, e ontem(20/02/2013) a Sony fez uma vídeo-conferência que pôde ser acompanhada pela Internet. Basicamente, a Sony não mostrou o PS4(Playstation 4) para termos uma noção de como será, ao invés disso, ela apresentou o novo controle, e vários vídeos demonstrativos dos games que estão por vir. Capcom de engine nova, a softhouse Guerrilla com seu Killzone e agora, uma experiência nova com um game de corrida chamado DriveClub, além de Watch_Dogs e muitas amostras a mais. Quais foram as suas impressões? E qual dos jogos demonstrados você ficou com mais vontade de jogar? E com toda essa transição de gerações tecnológicas nos vídeogames, vamos homenagear um título que trouxe a inovação para o ambiente dos jogos de tiro em primeira pessoa, Duke Nukem 3D. Vocês poderão conferir um pouco da trajetória do programa Start Again, onde faço um detonado do próprio jogo, no Youtube. Acompanhem para conhecer mais sobre o Canal MarvoxBrasil.

DN3DAEcapa1

Eu me lembro que o ano era 1995, quando estava em um clube poliesportivo em São Paulo. Na área da recepção, a poucos metros do balcão onde as pessoas se cadastravam para virar sócias desse clube, acontecia uma espécie de banca de jornal. Eu cheguei perto para ver, porque gosto de revistaria e banca de jornal, e fiquei olhando para ver o que tinha de bom por lá. Nessa época a mania no bairro onde morava era jogar DOOM. De repente bati o olho numa revista chamada CD Expert. Eu fui nesse clube, como convidado de dois amigos. Então, eu peguei a revista e na contra capa dava para ver alguns jogos que tinham no CD-ROM. Meus amigos e eu, rachamos para comprar a revista que custou algo entre 10 a 13 reais. Quando voltamos, fomos logo correndo para ver os jogos do CD, no PC do carinha que me chamou para o clube. Depois de uns dias, eu fiquei com o CD, porque os meus amigos deixaram de lado e eu pude ver com mais calma em casa, o CD inteiro.

Eu tinha um PC, com a configuração: 486 DX2 66Mhz com Windows 3.11. Muitos dos jogos contidos no CD-ROM eu não cheguei a ver na época devido a configuração limitada. Eu conseguia ver o conteúdo do CD pela revista e fiquei louco. DOOM, Quake, Duke Nukem 3D, Strife, Hexen, Heretic, Marathon, Powerslave e muitos outros jogos de PC que estavam prestes a sair. Estavam todos em demonstração, tinha mesmo uma variedade de títulos impecáveis. Foi neste CD que eu vi pela primeira vez, Duke Nukem 3D. O jogo na época já pedia um 486 DX4 100Mhz para rodar. Mas mesmo assim, instalei e joguei. Lembro que às vezes rolavam vários bugs na placa Sound Blaster 16, mas eu jogava do mesmo jeito. Infelizmente, por ser demonstração, fiquei muito tempo jogando só o primeiro episódio.

Depois, em 1996/1997. Eu estava voltando do Colégio e parei na banca de jornal que tinha no caminho de casa. Foi neste momento que eu tive a oportunidade de jogar o game completo de uma só vez. Foi na Revista Senha Nº 1 que eu consegui o CD-ROM com o Duke Nukem 3D Atomic Edition, completo!

Até 1994, DOOM foi considerado a obra-prima dentro do gênero FPS(tiro em primeira pessoa). Mesmo assim, o que tínhamos até 1995 não era o bastante. Tudo o que víamos eram jogos onde você era um fuzileiro, em DOOM. Um guerreiro medieval, em Hexen. E até um guerreiro Jedi, em Star Wars Dark Forces. O público queria ver ruas, prédios, cinemas, e até boates, ou seja, algo mais próximo do real. Duke Nukem 3D estreou o nome da softhouse 3D Realms, que até então chamava-se Apogee. Conhecida por jogos como: Raptor, Alien Carnage e Rise of the Triad. Inicialmente, Duke Nukem 3D estava prestes a sair com visual deo game DOOM, remodelado. Ao invés disso, apareceu Ken Silverman, que trouxe uma engine inovadora – a Engine Build, que resultou em levar o gênero FPS para um novo horizonte.

Para que vocês entendam melhor, Ken Silverman tinha apenas 17 anos quando criou a primeira versão da Engine Build, depois de alguns anos, foi chamado para trabalhar na 3D Realms e colocar em prática a criação em Duke Nukem 3D. Na época, digamos que a engine criada por Ken Silverman era algo tão perfeito, que foi possível a existência da enxurrada de games de PC que apareceu em torno dos anos 1995 até 1999, com Blood, Shadow Warrior e PowerSlave, por exemplo. Mesmo que a 3D Realms já tinha a Engine certa para criar Duke Nukem 3D, houve uma pessoa que pediu para comprar e usou a Engine um ano antes da 3D Realms. Quem foi? William Shatner. Queeeem?? Sim, o Capitão Kirk de Star Trek (Jornada nas Estrelas).

TekBox

William Shatner tentou transformar uns de seus roteiros em um jogo de computador. Foi aí que surgiu, William Shatner’s Tekwar. Este game já foi destaque na série – Tributo ao FPS, feito pelo Blog MarvoxBrasil (Ed.Nº 45, 06/2010). Tekwar, mostrou para o universo dos games a idéia do que seria uma “Matrix”, muito antes do próprio filme estrelado por Keanu Reeves aparecer em 1999. Tekwar, foi um dos primeiros jogos de PC a inserir pessoas “reais” de forma digitalizada. A primeira vez que joguei a demo, foi na mesma revista CD Expert. O jogo do Capitão Kirk é muito divertido, vale a pena jogar e terminar.

Mas, o mundo já tinha visto e babado com Cyberia nos PCs, 3DO, Sega Saturn e PS. Só de entrar no jogo e ouvir frases como estas: “Please enter your identification”. E cada letra digitada, era dita em inglês, e ao apertar a tecla Enter ou Start, o jogador ouvia: “Select arcade level”, em seguida: “Select puzzle level“, e finalmente, após passar por todas as opções, você ouve: “Welcome to Cyberia”. E o jogo começa, quem conhece, mate a saudade. Quem nunca ouviu falar, venha conhecer porque é muito legal. Assista tudo isso que descrevi no vídeo abaixo.

Cyberia, Xatrix e Interplay – 1994.

Claro que isso era sensacional,  a Engine Build deu ao universo dos games de computador a possibilidade de criar dentro do cenário um visual mais completo com: pisos elevados, na diagonal, texturas mais próximas da realidade, profundidade com o céu e a água, trazendo assim, a liberdade do personagem de mergulhar ou voar. E o melhor, o padrão VESA 2.0 em que um computador 486/Pentium MMX com a simples placa de vídeo padrão, conseguia suavizar os serrilhados nos games da 3D Realms e de outras softhouses, passando de 640×480 para 800×600, até então, uma revolução na resolução da época. Isso era uma espécie de pré-HD, muito antes dessa alta definição que temos hoje em dia. Tudo isso, pode ser algo longe da atual realidade, já que isso é comum nos games de hoje, mas entre os anos de 1992-1995, os games em 3D do gênero FPS só podiam ir para frente, para trás, e para os lados. Sem ter tantas variações no cenário e se Duke Nukem Forever, não foi o primor da inovação(infelizmente), e estamos em uma transição entre 7ª e 8ª geração de videogames, nada melhor que brindar essa passagem ao detonar o game que na época retratou muito bem o que seria o passado e o que tornou possível até o presente.

Start Again – Canal MarvoxBrasil, Youtube.

A partir de agora, no Start Again, você poderá conferir um detonado especial do game que desencadeou toda a história acima. Duke Nukem 3D Atomic Edition. Tudo começa em Los Angeles no ano de 2007. Duke volta da última missão, em Duke Nukem II, quando o jato em que pilotava foi atingido por lasers. Duke é ejetado rapidamente e então, tudo começa em cima de um prédio em Hollywood Holocaust. A primeira versão do game tem 3 episódios. Já o Atomic Edition foi lançado no mesmo esquema que The Ultimate DOOM, onde existe um episódio a mais que fecha a trama, O último episódio chegou a ser lançado sozinho, sob o nome de Platonium Pak e ao ser adicionado ao game original, virou Duke Nukem Atomic Edition, onde o herói leva o jogador finalmente em localidades como Area 51, a fortaleza dos aliens e claro, ao Duke Burger pela primeira vez.

Espero que gostem tanto quanto gostaram da primeira leva de temporadas com o game The Ultimate DOOM, pois neste novo detonado, vocês vão curtir: Easter Eggs, as brigas entre a id Software e 3D Realms na época, o momento em que Duke Nukem (lançado em janeiro/1996) quase foi abalado com a chegada do game Quake(lançado em junho/1996), fases secretas, objetos escondidos e muitos mais. Então, pegue já o seu jetpack, sua shotgun e, let’s rock.

PRESSAB

Game: Duke Nukem 3D Atomic Edition (PC)
Ano: 1996
Dev: 3D Realms
Nível de dificuldade: Come Get Some
Episódio 1: L.A. Meltdown

Fase 1 – Hollywood Holocaust

Easter Eggs da Fase 1:

1- Outdoor com a palavra “Innocent?” – Referente ao veredicto dado pelo Juíz no caso de OJ Simpson quando matou a ex-mulher e o amigo, em 1994/1995.

2- No banheiro do cinema em cima do mictório tem um número de telefone: 867-5309. Referente a música da banda Tommy Tutone, que vocês conferem abaixo no vídeo, um hit fortíssimo dos anos 90:

Tommy Tutone – Jenny(867-5309)

Fase 2 – Red Light District

Easter Eggs da Fase 2:

1- No bar existe uma TV, nela é transmitida um trecho da perseguição que ocorreu a OJ Simpson, no caso de 1994/1995.

Fase 3 – Death Row

Easter Eggs da Fase 3:

1- Na capela, atrás após inverter a cruz, o jogador encontra DOOM desmantelado. Referente a uma briga na época entre a 3D Realms e a Id Software em que eles estavam brigando pelos direitos do game Wolfenstein 3D, além de ser um modo de dizer que DOOM já era passado quando Duke Nukem 3D chegou em 1996.

2- Quase no fim da fase, existe um pôster que cobre a saída da prisão. É referente a readaptação de uma obra de Stephen King para o cinema, estrelado por Morgan Freeman e Tim Robbins em 1994 chamado – Os Condenados de Shawshank (The Shawshank Redemption), rebatizado em português anos depois como: Um Sonho de Liberdade.

Fase 4 – Toxic Dump [Acesso para a fase secreta]

Fase 6 – Launch Facility [Fase Secreta]

Fase 5 – The Abyss [BattleLord]

Easter Eggs da Fase 5:

Logo após a cachoeira com chamas de fogo, suba contra a correnteza das águas e no fim aperte a mão que está na parede esquerda. Entre na novas passagem e encontre uma mulher dançando perto de uma fogueira. No alto da parede, do lado direito encontre as letras SUYT, que significa: Show Us Your Tits (Mostre para nós os seus peitos).

Game: Duke Nukem 3D Atomic Edition (PC)
Ano: 1996
Dev: 3D Realms
Nível de dificuldade: Come Get Some
Episódio 2: Lunar Apocalypse

Fase 1 – Spaceport

Se você gostou, acompanhe o Start Again, toda semana pelo Canal MarvoxBrasil. Existe também um tópico sobre o detonado no Fórum Retrogames Brasil (agradeço desde o The Ultimate DOOM, pelo espaço cedido), e a partir de hoje, também pelo Blog MarvoxBrasil onde uma vez por semana é exibido um novo vídeo com uma nova fase.  Até a próxima!